Greve de professores

MP pode acionar Município para viabilizar retomada das aulas

Diante do impasse com os professores, promotor de Justiça da Educação, Paulo Avelar, informou que pode entrar com ação judicial para obrigar Prefeitura a garantir direito dos estudantes.

Clóvis Cabalau / Ipolítica

- Atualizada em 04/05/2022 às 17h14

SÃO LUÍS - Após 17 dias de paralisação dos professores, o Ministério Público não descarta a possibilidade de acionar judicialmente a Prefeitura para viabilizar a retomada das aulas na rede municipal. A categoria não aceitou a proposta de suspender a greve mediante pagamento imediato dos 10,06% de aumento proposto pela Prefeitura. Os professores recuaram do percentual inicialmente proposto pela categoria, mas o valor apresentado ficou em 17,62%.

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Em conversa com o Imirante, o promotor de Justiça da Educação comentou as posições do SindEducação e da Prefeitura, e falou sobre providências do Ministério Público na tentativa de dar fim ao movimento grevista.

Avelar falou ainda sobre a situação das escolas municiais sob a ótica do Ministério Público, e destacou prejuízos que a pandemia causou ao ensino público nos últimos dois anos. Assista acima à íntegra da entrevista.

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