Greve dos professores

Professores apresentarão contraproposta de 17,62% de reajuste para a categoria

SindEducação se reuniu em assembleia na segunda-feira, 2, e - após estudos técnicos - chegou ao percentual que será apresentado em audiência de conciliação no Ministério Público

Carla Lima/Ipolítica

- Atualizada em 03/05/2022 às 09h29
Professores da rede municipal de ensino de São Luís permanecem em greve, mas apresentará proposta de reajuste para encerrar a paralisação
Professores da rede municipal de ensino de São Luís permanecem em greve, mas apresentará proposta de reajuste para encerrar a paralisação (Divulgação)

SÃO LUÍS - Os professores da rede municipal de ensino, que estão em greve, definiram na segunda-feira, 2, uma contraproposta a apresentada na primeira audiência de conciliação feita pelo Ministério Público Estadual (MP). Os docentes querem um reajuste de 17,62% e mais a negociação de meios para recuperar as perdas dos últimos cinco anos.

A contraproposta dos professores será apresentada na segunda reunião de conciliação que ocorre no MP agora na manhã desta terça-feira, 3.

“A categoria, após estudos técnicos encomendados pelo SindEducação, chegou ao percentual de reajuste de 17,62%. Isto é uma demonstração clara de que os professores estão abertos ao diálogo”, disse a diretora do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Ensino de São Luís (SindEducação).

Na primeira audiência, o Ministério Público apresentou uma proposta a ser aceita pelos professores e pela Prefeitura de São Luís de 14,57%. Tanto a categoria quanto o município deveriam apresentar uma contraproposta.

A primeira proposta da Prefeitura de São Luís foi um reajuste de 5%. Os professores não aceitaram e decidiram paralisar as atividades. Já em greve - que continua e está em seu 16º dia - a gestão de Eduardo Braide apresentou outra proposta de 10,06%. Este percentual foi rejeitado pelos docentes.

Como a greve continua, a Prefeitura segue cortando o ponto dos professores após aviso da Secretaria Municipal de Educação de que quem não retornasse ao trabalho teria falta colocada para descontos já na folha salarial de maio.

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