Cidades | Especial/ São João

Festas que ficaram na lembrança dos arraiais que não existem mais

Do Renascença ao Juvêncio, Zé Cupertino e Apeadouro, há registros de ações para motivar a cultura típica do período junino e que, por razões diversas, foram extintos; restaram somente a saudade e muitas histórias para contar
Thiago Bastos / O Estado 08/06/2019

No período junino, é co­mum o público, amante dos bois e quadrilhas, organizar sua roupa, separar o chapéu de palha e anotar a programação das brincadeiras. Circular pelos pontos da festa é uma praxe, em especial nas principais datas do mês (Santo Antônio, no dia 13; São João, dia 24; São Pedro, 29, e São Marçal, no dia 30), e o costume era ainda mais forte nas décadas de 1970 e 1980 em São Luís. A cidade, que atualmente oferece ao público atrações em circuito oficial, no Centro Histórico, Praça Maria Aragão e em determinados bairros, já teve arraiais espalhados em vários espaços tradicionais. Aos poucos, estas festas foram sendo extintas, restando a quem as viveu somente a lembrança dos momen­tos alegres e intensos.

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