Caso Brunno Matos

Polícia Civil realiza reconstituição do caso do advogado Brunno Matos

Vigia novamente confirmou a autoria do golpe que atingiu Kelvin Shiyangue.
Imirante com informações da Assessoria SSP19/11/2014 às 15h22

SÃO LUÍS - Foi realizada, na madrugada desta quarta-feira (19), a reconstituição do crime que resultou na morte do advogado Brunno Matos, em outubro, no bairro do Olho d’Água, a capital maranhense.

O primeiro a reproduzir sua versão dos fatos da noite do crime foi Alexandre Soares, irmão do advogado Brunno Matos que, também, sofreu um golpe de faca no abdômen. Em seguida, foi a vez dos acusados, Carlos Humberto Marão, e o vigilante do local João José Nascimento Gomes. Marão negou ter fetuado golpes contra as vítimas. O vigia novamente confirmou a autoria do golpe que atingiu as costas da vítima Kelvin Shiyangue que, também, foi ouvido no local

Wesley Carvalho e Kelvin Shiyangue, testemunha e vítima, respectivamente, também foram ouvidos. Encerrando a simulação, Diego Polary, o terceiro indiciado, voltou a negar que estava presente na cena do crime, fato que é contestado por duas das vítimas. Alexandre aponta ainda ter sido Diego o responsável pelo golpe que o acertou. Foram quase cinco horas de trabalho para que toda a cena de reconstituição do crime fosse finalizada.

A arma do crime, que pertence ao vigia, está sendo periciada para identificação de DNA. Foram feitos ainda exames nas lesões das vítimas e corpo de delito, todos já encaminhados para a delegacia.

De acordo com o diretor do Icrim, Carlos Henrique Roxo, apenas a identidade do autor do golpe que vitimou o advogado Brunno Matos ainda está pendente.

O delegado Jeffrey Furtado, titular da Delegacia de Homicídios, destacou a importância da reconstituição da cena do crime para finalizar as investigações. “Após a reprodução simulada é possível saber o que não está encaixando e o que estava faltando no caso. É uma das últimas peças de análises da investigação”, explicou. Segundo ele, até o final da semana já deve ser encaminhado os autos à justiça.

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