Opinião | Artigo

Oitenta anos de reinado

Steffano Silva Nunes20/04/2021

Sim, eu confesso. Tenho uma playlist do Roberto Carlos no Spotify. As 30 melhores, pra mim. Desde a infância ele já se conectou ao meu inconsciente com músicas como Lady Laura e aquela outra que falava: Eu quero ter mum milhão de amigos... Mas foi a partir do final de 1981, aos meus 11 anos, que dei mais atenção às suas músicas quando papai, Seu Nunes, e mamãe, Dona Anadir, adentram em casa carregando uma caixa cujo o conteúdo era uma moderna radiola 3 em 1. Tinha rádio, toca-discos e dois toca-fitas, o que permitia gravar do disco e do rádio para a fita-cassete, mas também de uma fita para outra. Passei a abrigar os amigos da rua em incansáveis gravações de fitas todo final de semana. Em cima da caixa veio algo que me chamou muita atenção. Um LP (Long play) de Roberto Carlos que trazia a sua depois consagrada “Emoções” e outra que gostei muito, Cama e Mesa: a toalha que desliza no seu corpo inteiro... De tanto ouvir, Decorei aquele LP.

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