Polícia | Prisão

Acusado de matar estudante caxiense confessa crime e pede perdão

Deivid Ferreira foi preso ontem na zona leste de Teresina acusado pela morte do estudante maranhense de Caxias, mês passado naquela cidade
Ismael Araújo08/08/2019
Acusado de matar estudante caxiense confessa crime e pede perdãoDeivid Ferreira de Silva foi preso e pediu perdão a Deus por matar Gagriel (Divulgação)

TERESINA - O mestre de obras Deivid Ferreira da Silva, de 34 anos, foi preso ontem no bairro Verde Lar, na zona leste de Teresina. Segundo a polícia, ele é acusado de ter assassinado a tiros o maranhense da cidade de Caxias, Gabriel Brenno da Silva Oliveira, de 21 anos, no dia 17 do mês passado. A vítima estaria tendo uma relação amorosa com a mulher do acusado.

A equipe da 1º Distrito Policial conseguiu localizar o acusado que tinha uma ordem de prisão em seu desfavor. O suspeito foi localizado na residência de uma amiga. Ele havia chegado a cerca de uma semana da cidade de Matões, no Maranhão. Depois de praticar o crime, Deivid Ferreira passou alguns dias na residência de seu pai, em Timon.

Deivid Ferreira foi apresentado no 1º Distrito Policial, em Teresina, no Piauí, e chorou durante o depoimento, dizendo estar arrependido de ter matar oi estudante maranhense. Ele ainda declarou que o crime não tinha sido premeditado. “Eu quero pedi perdão a Deus e depois aos familiares da vítima. Nada foi premeditado”, disse.

O delegado do 1º Distrito Policial, Sérgio Alencar, informou que, em depoimento, o acusado confessou a autoria do crime e demostrou remorso. Quando ele soube que estava sendo traído começou a planejar o crime. Comprou uma arma no ano passado e agiu sozinho. “O acusado declarou que jogou a arma utilizada no assassinato em um rio no Maranhão”, disse o delegado.

O diretor do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, Carlos César Camelo, informou que o preso declarou que teria sido ameaçado pelo maranhense. "Ele alegou que trocou conversas de ameaça com a vítima que o teria ameaçado, afirmando resolveria o problema a tiro. Isso ainda vai ser objeto de investigação”, revelou Carlos César.

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