Política | Posições

“Termômetro da Previdência” mostra bancada do MA dividida

Reforma da Previdência tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e os deputados maranhenses ainda, na maioria, estão indecisos
Carla Lima/Editora de Política20/04/2019

Um monitoramento sobre a reforma da Previdência vem sendo feito pela empresa Atlas Político. O “termômetro da Previdência” mostra a posição dos deputados federais em relação a proposta do governo de Jair Bolsonaro (PSL). Até sexta-feira, 19, última atualização, da bancada do Maranhão, seis parlamentares se posicionaram a favor, um apoio parcial, quatro contra e sete se põem como indefinidos.
Pelo levantamento nacional que vem sendo feita pela Atlas Político, dos 513 deputados federais, 97 se posicionam a favor da reforma da Previdência, 107 declara apoio parcial, 168 estão com voto indefinido e 141 são contra.
Em relação a bancada do Maranhão, dos nomes que são postos como favoráveis a reforma estão Aluísio Mendes (Pode), Edilázio Júnior (PSD), Pastor Gildenamyr (PMN), Hildo Rocha (MDB) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).
No entanto, estes parlamentares não estão fechados com o texto original da reforma que veio do Governo Federal. Eles apoiam as mudanças no sistema previdenciário alegando que há riscos para as futuras gerações não poderem se aposentar, mas discordam de pontos da reforma proposta.
Pedro Lucas Fernandes, por exemplo, pediu a retirada de parte do texto original. “Como líder do PTB na Câmara, pedi a retirada de parte do texto da reforma da Previdência que prejudica o trabalhador rural e os beneficiários do programa da prestação continuada (BPC)”, disse o parlamentar do PTB.
O mesmo entendimento tem o Pastor Gildenamyr. Apesar de concordar com a reforma da Previdência, o deputado garante que para votar a favor da proposta é necessário que sejam feitas mudanças no texto original, principalmente, em relação aos trabalhadores rurais.
“Precisamos pensar nos brasileiros pobres, que ganham menos e não tem condições de contribuir de fato como outros grupos da sociedade. Aqueles que estão no campo, trabalhando de sol a sol, precisam ser protegidos”, disse Gildemanyr.

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