Rio de Janeiro

Justiça pede prisão de Bruno Krupp por morte de adolescente no RJ

A Justiça emitiu um mandado de prisão preventiva contra Bruno, onde passou a ser investigado por homicídio com dolo eventual.

Na Mira, com informações do g1

- Atualizada em 03/08/2022 às 10h27
Justiça pede prisão de Bruno Krupp por morte de adolescente no RJ
Justiça pede prisão de Bruno Krupp por morte de adolescente no RJ (Foto: Reprodução)

BRASIL - O modelo e influenciador digital Bruno Krupp, de 25 anos, é acusado de atropelar e matar um adolescente de 16 anos na noite do último sábado (30), na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A Justiça emitiu um mandado de prisão preventiva contra Bruno, onde passou a ser investigado por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

O acidente aconteceu por volta das 23 horas de sábado (30), na Barra da Tijuca. A vítima, João Gabriel Cardim Guimarães, de 16 anos, teve uma perna amputada no momento da colisão, devido a alta velocidade do condutor, Bruno. João chegou a ser socorrido e passou por uma cirurgia no Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu.

Policiais da 16ªDP (Barra) estiveram na manhã desta quarta-feira (3) na cobertura onde Bruno mora, na Avenida Lúcio Costa, também localizado na Barra da Tijuca, mas ele não foi encontrado no local. 

Bruno Krupp passou a ser investigado por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar. No momento do acidente, o modelo estava dirigindo uma motocicleta sem placa, em alta velocidade (cerca de 150 km/h), e estava sem carteira de habilitação.

Segundo os agentes policiais, após o acidente Bruno se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi pego em uma blitz três dias antes do acidente, dirigindo a motocicleta nas mesmas condições em que foi apreendida. 

Bruno ganhou espaço em sites de fofoca no ano de 2021, quando o relacionamento dele com a influenciadora digital Sarah Poncio veio a público.

Segundo o documento expedido pela Justiça, a juíza Maria Izabel Pena Pieranti enfatizou a brutalidade do acidente, pois a perna da vítima foi "violentamente amputada no momento da colisão" e, segundo testemunhas que estavam no local, foi parar a 50 metros de onde aconteceu a colisão. João Gabriel estava atravessando a rua com a mãe, na faixa de pedestres, antes do impacto.

"Não foi o bastante que tivesse sido parado pelos agentes da Lei Seca. Ser pego na situação já descrita não teve qualquer efeito didático. Ao contrário, adotou conduta mais ainda letal, acabando por tirar a vida de um jovem que estava acompanhado de sua mãe, ressaltando-se que Bruno não é um novato nas sendas do crime", destacou a juíza.

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