“Debilitado e com fome”

Caminhoneiro desaparecido após assalto a banco entra em contato com a família

Segundo a filha de Obadias Pereira, o caminhoneiro pernambucano está na região de Nova Olinda, no Maranhão.
Imirante.com, com informações da Mirante AM06/12/2018 às 16h10

BACABAL – Nesta quinta-feira (6), a Polícia Civil do Maranhão informou que o caminhoneiro pernambucano Obadias Pereira da Silva, 44 anos, o qual está desaparecido desde o último dia 25 de novembro, quando teria sido feito refém por um bando de criminosos que assaltou a central de distribuição do Banco do Brasil, em Bacabal, entrou em contato com a família nesta quinta.

Caminhoneiro pernambucano Obadias Pereira da Silva, 44 anos. / Foto: Divulgação.

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Segundo o delegado Luciano Bastos, chefe do Departamento de Roubo a Bancos da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), uma das filhas do caminhoneiro informou a polícia sobre o contado do pai, afirmando que o mesmo disse estar na região de Nova Olinda, após ter sido libertado pelos assaltantes na terça-feira (4).

De acordo com a filha do caminhoneiro, Obadias Pereira afirma estar debilitado, com muita fome e que não consegue andar. O delegado Luciano Bastos informou que equipes da polícia já estão na região de Nova Olinda, à procura do caminhoneiro que é do Estado do Pernambuco.

Ouça, na reportagem da Mirante AM, mais detalhes sobre o caso:

Entenda o caso

O caminhoneiro pernambucano, Obadias Pereira da Silva, afirma ter sido feito refém e obrigado a dirigir o caminhão-baú, usado pelos assaltantes do Banco do Brasil, em Bacabal, no último dia 25 de novembro. O caminhão foi encontrado, posteriormente, incendiado em uma estrada vicinal da cidade.

Caminhão foi incendiado. / Foto: Divulgação.

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Segundo a família de Obadias Pereira da Silva, antes de desaparecer, o caminhoneiro enviou uma mensagem de áudio aos parentes, que moram no Ibura, Zona Sul da cidade de Recife, em Pernambuco, informando que estava havendo o assalto e que havia sido feito refém. “Neste momento, eu estou aqui como refém, aqui na estrada. Estão explodindo banco e eu estou na BR. Só Deus aqui. É tanto tiro e eu estou aqui como refém”.

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