Irregularidades

Agências bancárias do Maranhão são multadas por não seguirem protocolos sanitários

Além de aglomerações, a demora no atendimento, o não funcionamento de caixas eletrônicos, a ausência de bebedouros e não aferição da temperatura estiveram entre as principais infrações encontradas nas agências bancárias.
Divulgação/Procon-MA30/03/2021 às 09h30
Agências bancárias do Maranhão são multadas por não seguirem protocolos sanitáriosFoto: Divulgação

SÃO LUÍS - Chegou a R$ 39.483.380,84 o total de multas aplicadas pelo Procon/MA a bancos em todo o Maranhão. Segundo o Procon, as sanções foram aplicadas devido a irregularidades denunciadas por consumidores e encontradas nas ações de fiscalização realizadas em 2020.

Além de aglomerações, a demora no atendimento, o não funcionamento de caixas eletrônicos, a ausência de bebedouros e não aferição da temperatura estiveram entre as principais infrações encontradas nas agências bancárias.

“São infrações que além de configurarem falha na qualidade da prestação dos serviços, também representam riscos grave à saúde, vida e segurança do consumidor”, explicou a presidente do PROCON/MA, Karen Barros.

Procedimento

De acordo com o Procon, as irregularidades feriram determinações do Código de Defesa do Consumidor e ainda protocolos sanitários criados por Decretos Estaduais e necessários à contenção da pandemia da Covid-19 no Maranhão. Após o registro feito pelos fiscais do Instituto, foram abertos processos administrativos que resultaram na aplicação das multas.

“Demos a oportunidade de as instituições apresentarem suas defesas e agora chegamos à finalização de diversos processos com esse resultado, que tem o objetivo principal de evitar que essas situações se repitam e garantir a proteção aos consumidores”, informou Karen.

Entre as instituições multadas estão a Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Nordeste, Banco do Brasil e Banco da Amazônia.

Depois da notificação sobre as multas, os bancos possuem prazo de 30 dias para pagamento, sob pena de inscrição na Dívida Ativa e execução judicial do valor sancionado. Após o recolhimento do valor, esse é destinado ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor, gerido por vários órgãos e representantes da sociedade civil e que se destina ao investimento em serviços de melhoria de atendimento ao consumidor

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