Estado Maior | COLUNA

A chuva é a vilã

03/04/2019

O período chuvoso no Maranhão sempre foi um diferencial. Por ter características geográficas que passam pelo Nordeste e também pelo Norte, o estado tem potenciais naturais que vão desde um litoral invejável até áreas de vegetação e manguezal que favorecem o turismo, a agricultura e a pesca, por exemplo.
No entanto, na República do Maranhão de Flávio Dino – desde 2015 proclamada – o período chuvoso passou a ser um vilão. As chuvas são as culpadas pelos buracos na MA-315, dos alagamentos e deslizamentos na Ilha de São Luís, pelas estradas vicinais que estão um lamaçal e agora o rompimento da Estrada do Arroz, em Imperatriz.
Um fenômeno da natureza, que tem período certo para ocorrer no estado, é o grande adversário do governo de Flávio Dino. Sem qualquer cerimônia, o comunista disse que nunca antes na história do estado choveu tanto e, por isso, os problemas enfrentados agora.
Ou seja, as obras do governo comunista não foram feitas para o período chuvoso, mesmo custando muito. A Estrada do Arroz, por exemplo, levou dos cofres públicos mais de R$ 55 milhões. Ela foi entregue faz dois anos. Mas rompeu-se e, agora, quem precisa atravessar a via usa uma retroescavadeira. A MA-315 é mais nova. Entregue em janeiro, tem alagamento e coleção de buracos.
Neste último caso, já existe uma ação popular cobrando o gasto de mais de R$ 11 milhões pagos pela via.
É necessário que outras ações cheguem à Justiça para cobrar também as obras malfeitas. Se o Ministério Público Estadual funcionasse com rigor na República do Maranhão, talvez as cobranças devidas ao Executivo fossem feitas.

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