Geral | 30 anos depois

Sobreviventes do Bateau Mouche lutam por indenização

Dor, trauma de Réveillon e impunidade marcam o naufrágio no Rio em 1988 por causa de excesso de passageiros e outras irregularidades; 55 pessoas morreram; sobreviventes ainda lutam na Justiça por reparação
01/01/2019

RIO - Passava das 23h do dia 31 de dezembro de 1988, um sábado de chuva fina e mar agitado, quando o pescador Jorge Souza Viana, de 28 anos, saiu da Praia de Jurujuba, em Niterói, rumo à de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Pelo sexto ano consecutivo, ele levaria a família e alguns amigos, a bordo de sua traineira de pesca, a Evelyn & Maurício, para assistir à queima de fogos. Mas, ao passar pela Ilha de Cotunduba, próxima ao Morro do Leme, desconfiou que havia algo errado. A uns 300 metros de distância, um barco de passeio começara a adernar.

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