Crítica

Weverton afirma que pobreza aumentou nos últimos anos no Maranhão

Senador prometeu combater cenário e disse que vai apresentar programa para a criação de postos de trabalho no estado.

Ronaldo Rocha / ipolítica

- Atualizada em 13/04/2022 às 08h43
Weverton Rocha apontou o aumento da pobreza nos últimos anos no Maranhão
Weverton Rocha apontou o aumento da pobreza nos últimos anos no Maranhão (Divulgação)

SÃO LUÍS - O senador Weverton Rocha (PDT) afirmou que a pobreza aumentou nos últimos anos no Maranhão e prometeu combater a miséria caso seja eleito governador do Estado no mês de outubro deste ano. 

A crítica do pedetista sobre a elevação da pobreza no estado atinge a gestão do ex-governador Flávio Dino (PSB), pré-candidato ao Senado da República.

Weverton lembrou que um pouco antes de Dino assumir, eram seis os municípios maranhenses no rol dos 10 mais pobres do país. Esse número aumentou nos últimos dois anos. 

“Nós precisamos através de um grande programa de geração de emprego, enfrentar a pobreza do nosso estado. Há 10 anos das 10 cidades mais pobres do Brasil, seis eram do Maranhão. Hoje, oito são do Maranhão. Um estado que é rico, com o seu povo pobre é inaceitável e isso me inquieta”, disse.

O pedetista afirmou que uma das saídas para o estado é o investimento em gás natural.

“O Maranhão tem um potencial enorme e eu sou um entusiasta disso. Eu tenho certeza de que essa nossa vocação para o gás natural, e muitas pessoas não sabem disso, o Maranhão é o terceiro estado do Brasil que mais produz gás natural. Nós temos que enfrentar isso para que isso vire energia mais barata, porque energia mais barata é atração direta de uma indústria. O estado do Maranhão é o que tem o Porto do Itaqui, nós temos as condições concretas de fazer com que esse potencial, através de uma articulação, não só logística, mas também de potencial para fazer a distribuição dessa riqueza ocorra de forma descentralizada”, finaliza.

Extrema pobreza

Em 2021 o IBGE publicou relatório que aponta o aumento da miséria no Maranhão. De acordo com o documento, desde 2015, quando o ex-governador Flávio Dino assumiu o estado, pelo menos 400 mil famílias entraram na faixa da extrema pobreza.

Relatório da ONU também apontou o Maranhão como o estado de maior índice de miséria do país. O estudo mostra que de cada 10 pessoas, nove dependem exclusivamente do SUS para ter assistência à saúde.

O ex-governador Flávio Dino deixou o cargo no fim do mês de março para poder disputar uma vaga no Senado Federal no pleito do mês de outubro deste ano. 

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