Operação "Tiro certo"

Operação contra integrantes de organização criminosa é realizada em São Luís

Operação "Tiro certo" foi realizada na manhã desta terça-feira (18), na capital maranhense.

Imirante.com, com informações do G1-MA

Atualizada em 27/03/2022 às 11h09
Operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (18).
Operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira (18). (Foto: Reprodução / TV Mirante)

SÃO LUÍS – Uma operação da Polícia Civil do Maranhão foi realizada na manhã desta terça-feira (18), com a finalidade de prender integrantes de uma organização criminosa que atua na capital maranhense.

A operação, que está em sua quarta etapa, batizada de “Tiro Certo”, investiga o funcionamento do núcleo financeiro de uma das maiores organizações criminosas que atua no Maranhão. De acordo com a polícia, só no ano de 2019, o grupo já teria movimentado em contas bancárias mais de R$ 1 milhão, além de outros valores em imóveis e veículos.

De acordo com o superintendente da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), delegado Armando Pacheco, nesta etapa da operação foram cumpridos nesta terça sete mandados de prisão de um total de oito. “Foram oito mandados e desses oito nós conseguimos cumprir sete. Um no estado do Goiás, um no interior do estado e cinco na capital. Desses cinco, dois já estão no sistema penitenciário”, revelou.

Ainda segundo o delegado Armando Pacheco, o dinheiro arrecadado pelos criminosos foi fruto do tráfico de drogas, de roubos também e era um dinheiro usado para fortalecer a facção. “Eles compravam e adquiriam armas de fogo, invadiam determinados territórios ocupados por outras facções criminosas e nisso aí a gente tinha um aumento no número de homicídios em razão justamente dessa guerra entre as facções”, disse o delegado.

Por fim, o delegado Armando Pacheco informou que todo o valor apreendido pela polícia já foi bloqueado e a partir de agora a Justiça decide qual destino será dado a tudo o que foi recolhido nesta etapa da operação. “As contas já foram bloqueadas, lembrando que nas demais operações também nós tivemos quantias muito grandes também bloqueadas em contas, e a partir de agora esses valores vão ficar à disposição da Justiça assim como os bens apreendidos e o judiciário vai decidir se decreta o perdimento desses valores para o Estado ou entender que não pode devolver aos investigados, se entender que eles estejam devidamente comprovado que seja dinheiro fruto do tráfico de drogas”, contou.

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