Atentado

Estudante de 10 anos ateia fogo em professora dentro de escola em Barra do Corda

A professora teve 40% do corpo queimado e em razão da gravidade dos ferimentos teve que ser transferida para um hospital da capital.

Imirante.com

- Atualizada em 29/04/2022 às 11h25
A professora teve 40% do corpo queimado dentro de escola em Barra do Corda. (Divulgação)
A professora teve 40% do corpo queimado dentro de escola em Barra do Corda. (Divulgação)

BARRA DO CORDA - A professora Vanusia de Sousa Matos, de 39 anos, teve 40% do corpo queimado após um estudante, de 10 anos, ter jogado um líquido inflamável e ateado fogo na docente nesta quinta-feira (28), dentro de uma escola, na cidade de Barra do Corda, interior do Maranhão.

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O delegado Daniel Arruda declarou que a professora sofreu lesões corporais graves causadas por queimaduras propositais causadas pelo estudante. Ela teve 40% do corpo queimado e, primeiramente, foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Barra do Corda, mas em razão da gravidade dos ferimentos teve que ser transferida para um hospital de São Luís.  

Ainda de acordo com o delegado, o estudante vai ser ouvido na delegacia e sendo acompanhado pelos conselheiros tutelares. Como também foram intimadas pessoas que testemunharam o caso e a mãe da criança. “Precisamos apurar como essa criança adquiriu esse líquido inflamável e o motivo de ter cometido esse ato contra a professora”, frisou o delegado.

Sequestro

A professora de Inglês, Priscila Magalhães, de 30 anos, foi sequestrada e mantida refém por um aluno, identificado como Rodrigo da Silva Nascimento, de 19 anos, na cidade de Timon, interior do Maranhão, no dia 23 de fevereiro deste ano.

De acordo com a polícia, o suspeito só teria assistido uma vez a aula da vítima em uma escola da rede estadual dessa cidade. A professora foi abordada dentro da escola e o suspeito estava portando uma arma branca.

A vítima foi obrigada a entrar em seu veículo, ficou circulando na área do centro da cidade e obrigada a entrar na sede do Batalhão da Polícia Militar de Timon. Somente após duas horas de negociação que a professora foi liberada e o suspeito acabou sendo preso e conduzido para a Central de Flagrante de Timon.

Veja o que diz o delegado Daniel Arruda sobre o caso:

 

 

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