Ato criminoso

Professor de dança é preso em Bacabeira suspeito de integrar grupo de exploração sexual infantil

A prisão foi em cumprimento judicial e os policiais apreenderam em poder do suspeito celulares em que havia vídeos e fotos íntimas de crianças e adolescentes.

Imirante.com

- Atualizada em 26/08/2022 às 16h05
A prisão do professor ocorreu em Bacabeira, interior do Maranhão.
A prisão do professor ocorreu em Bacabeira, interior do Maranhão. (Prisão)

BACABEIRA -  Um professor de dança e coreógrafo, de nome não revelado, de 33 anos, foi preso durante a operação Arco-Íris realizada nesta sexta-feira (26), em Bacabeira, interior do Maranhão suspeito de integrar um bando criminoso voltado a exploração sexual de crianças e adolescentes por meio da internet.

Leia também em: 

Polícia vai realizar reprodução simulada da morte da jovem em Bacabeira

Homem desaparecido há 10 dias é encontrado morto em Bacabeira

A operação foi coordenada pela equipe da Delegacia de Polícia Civil de Bacabeira.  A polícia informou que os criminosos produziam vídeos mantendo relação sexual com menores de idade e o material ilegal era divulgado nas redes sociais. Geralmente, as vítimas eram abordadas nas escolas e o principal suspeito era um professor de dança e coreógrafo. 

Ainda segundo a polícia, o professor, se passando por mulher, conseguia conversar com as crianças e os adolescentes por meio do WhatsApp. Durante as trocas de mensagens, o suspeito pedia e conseguia imagens das vítimas sem roupa. Para que essas imagens não fossem divulgadas na internet, o suspeito exigia que as vítimas tivessem relação sexual com ele. 

O professor também chegou a utilizar uma adolescente para conseguir vídeos e fotos íntimas de menores de idade. Na sexta-feira, o suspeito acabou sendo preso por determinação judicial  e apresentado na delegacia da cidade. Em poder do detido, foram apreendidos celulares em que havia várias imagens íntimas de crianças e adolescentes que residem no interior do Maranhão como também nos outros estados do país. A polícia vai continuar investigando o caso para identificar os outros envolvidos nesse ato criminoso.

Leia outras notícias em Imirante.com. Siga, também, o Imirante nas redes sociais Twitter, Instagram e TikTok e curta nossa página no Facebook e Youtube. Envie informações à Redação do Portal por meio do Whatsapp pelo telefone (98) 99209-2383.