Viva Bem

Como lidar com a perda gestacional e o luto infantil?

Geneticista explica a importância da conscientização a respeito desse tema.

Anne Cascaes / Na Mira

- Atualizada em 25/10/2022 às 09h10

SÃO LUÍS - A perda gestacional é um momento devastador na vida de uma mulher, e o luto pelo bebê muitas vezes é negligenciado pelo serviço de saúde e pela sociedade. “A perda gestacional ainda é muito mal conduzida pelos profissionais de saúde que deveriam acolher a paciente, muitas vezes escuto delas frases muito pesadas em relação aquele momento tão íntimo que aquela mãe está passando”, explica o Dr. Caio Bruzaca, médico geneticista. 

O mês de outubro é marcado pela Conscientização da perda gestacional, perinatal e luto infantil, momento de reflexão e introspecção para recordar a criança que partiu, muitas vezes sem um nome, sem um sexo ou sem uma história. “Atendo diariamente casais que passam pela tempestade das perdas gestacionais, muitas vezes vejo que chegam mães-de-anjo, como gostam de ser chamadas, com crises de ansiedade e até mesmo em depressão”, reforça Dr. Caio. 

O Baby Loss Awareness do Reino Unido vem, todos os anos, incentivando o movimento chamado de Wave of Light, ou simplesmente, Onda de Luz. No Brasil, todos os anos é realizado de forma virtual ou mesmo presencial em reuniões privadas em grupos de apoio de mulheres que tem perdas gestacionais. “Ainda falando em perda gestacional, os bebês que partiram são chamados de bebês anjo, e muitas das vezes aquela mãe não consegue se despedir de seu filho, e isto atrapalha na decisão de tentar engravidar novamente. 

No Viva Bem desta semana, Dr. Caio explica a importância da conscientização a respeito desse tema. 

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