Festejo

Festejo de Nossa Senhora terá missa e moto-carreata

Programação de encerramento em homenagem à padroeira terá ainda reza do terço e cinco missas

- Atualizada em 11/10/2022 às 12h18
Devotos de Nossa Senhora da Conceição, agradecem em seu santuário
Devotos de Nossa Senhora da Conceição, agradecem em seu santuário (Nossa Senhora da Conceição)

São Luís - A programação do festejo em homenagem à Nossa Senhora da Conceição encerra hoje, dia da padroeira, com reza do terço às 8h, prosseguindo às 11h, 14h e 17h, santa missa e moto-carreata. Com o tema “Nossa senhora da Conceição, Rogai por Nós”. As missas serão celebradas e transmitidas às 6h, 9h, 12h, 15h e 18h.

A celebração contará com a presença de autoridades civis e governamentais, patrocinadores, Forania Nossa Senhora da Conceição e devotos da Conceição. Durante todo o dia, a imagem de Nossa Senhora da Conceição ficará no santuário em local de destaque para veneração, pagamento de promessas, doações, entre outras coisas.

A moto-carreata, em substituição à procissão, tem como ponto de concentração a Igreja do Vinhais Velho, saindo às 9h com trajeto que inclui Via Expressa, Avenida Daniel de La Touche, Avenida Jerônimo de Albuquerque, Avenida Carlos Cunha, Avenida Camboa, Avenida Senador Vitorino Freire, Avenida Kennedy, retorno do 24º BIS e Avenida Geútlio Vargas, até chegar ao Santuário. Ao término, será dada a benção com aspersão de água benta. O show de encerramento do festejo acontecerá durante live-show, às 20h, em todas as plataformas online do santuário.

A santa
O primeiro altar dedicado à Imaculada Conceição, em São Luís, foi erguido pela irmandade de Nossa Senhora da Conceição dos Mulatos na lateral da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, na Rua do Egito. Lá, foi depositada a imagem esculpida em madeira vinda de Portugal, a mesma que ainda hoje é venerada no Santuário de Nossa Senhora da Conceição. Somente em 1762, a santa ganhou igreja própria. Os fiéis uniram-se para construir uma capela no local onde hoje fica o Edifício Caiçara, na Rua Grande.

O historiador Jomar Moraes lembra que na frente da igreja havia um pequeno largo. O fundo era voltado para a Rua de São Pantaleão e o lado direito para a Rua Grande. Em 1939, a capela foi demolida por interesses comerciais do então presidente da província. O terreno tornou-se trajeto dos bondes, instalados para modernizar o transporte da capital. Amargurado, o vigário morreu dois anos depois. Ainda de acordo com o historiador, antes da demolição as imagens, altares e painéis de azulejos foram transferidos para a vizinha Igreja de Santana. Em busca de local para erguer a nova igreja, o padre Ribamar Carvalho, acompanhado dos fiéis, conseguiu um terreno no bairro Monte Castelo, onde está até hoje. A construção foi custeada pelos devotos.

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