Oton Lima | COLUNA SOCIAL

Oton Lima

02/11/2019

Para alguém fascinado por realezas como eu, Mônaco é um lugar que naturalmente despertaria atenção. No caso do principado ao sul da França, ainda pesa o fator chamado princesa Grace. A atriz, que largou Hollywood em seu auge para se casar com o príncipe de um lugar recôndito, é um roteiro que mexe com o meu imaginário. Logo, Monte Carlo sempre esteve na lista dos meus destinos dos sonhos. O Palácio do Príncipe e a vila em seu entorno, o Museu Oceanográfico, o Porto de Fontvieille, a Catedral de São Nicolau (onde Grace se casou e descansa em paz), tudo ali já era conhecido por mim, fosse pelas revistas quando criança, depois pelas minhas divagações pela internet. Mas por aquelas razões que a própria razão desconhece, eu sempre protelei minha ida ao reino dos Grimaldi. É como se eu, intuitivamente, esperasse que o destino providenciasse o que me aconteceu em minha última férias: fui convidado para para dois dias no Principado. Olha só que prestígio! A gentileza veio da Monte-Carlo Société des Bains de Mer, empresa de capital aberto que é dona, entre outros empreendimentos, do Monte Carlo Casino, da Opéra de Monte-Carlo e do Hôtel de Paris. Este último, cenário cinematográfico, onde fiquei hospedado.

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