Estado Maior | COLUNA

O PT sendo PT

11/09/2019

Por mais um ano, o Partido dos Trabalhadores (PT) no Maranhão protagoniza a novela que deixa em cheque a credibilidade da legenda e, principalmente, dos filiados. No Processo Eleitoral Direto (PED) há suspeitas de que petistas estão enrolando os próprios petistas.
Como de costume, a eleição interna da legenda é quase um jogo de “Brasil e Argentina”. Cheio de manhas e “catimbas” para tentar ganhar numa oportunidade ou com o tempo. Não há um jogo limpo e corrido.
Os petistas do Maranhão mais uma vez repetem as cenas que ocorrem a cada dois anos quando os filiados se reúnem para escolher a direção do PT.
Este ano, em menos de dois dias após o PED - ocorrido no domingo, 8 - já houve recursos, confusões na sede da legenda, paralisação na apuração dos votos e perda do prazo para totalização e resultado da eleição em São Luís.
Resultado: somente a direção nacional para fazer com que o processo avance no estado.
As cenas do PED no Maranhão representa exatamente o que o PT é no estado: nada. Um partido, cujo atrativo nada mais é do que o tempo de televisão e rádio que tem. Não há força política para buscar espaços.
Dos dirigentes - pelo menos a maioria - trabalham desde sempre para questões pessoais e não de partido. Cargos de segundo escalão ou uma simples assessoria especial. Assim trabalham os petistas.
Com uma eleição burocrática e pouco transparente, o partido repete um cenário em eleições anteriores. Enquanto outras siglas já apresentam nomes para a disputa de 2020, o PT trava uma luta interna que deixa o partido cada dia mais fraco e sem expressão política alguma no estado.

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