Estado Maior | COLUNA

Efeito contrário

03/07/2019

As denúncias do ex-delegado Tiago Bardal e do delegado Ney Anderson Gaspar sobre espionagem contra desembargadores e políticos no Maranhão com suposta determinação do titular da Secretaria Estadual de Segurança (SSP), Jefferson Portela, ganhou repercussão maior do que poderia ser imaginado.
E tudo por conta das investidas de última hora do PCdoB para tentar barrar os depoimentos de Bardal e Ney Anderson na Câmara Federal. Ou seja, antes, o que parecia uma questão paroquial acabou ganhando visibilidade nacional com a entrada em cena da Presidência da Câmara.
Não se sabe se por “companheirismo” aos comunistas do Maranhão ou por ter sido levado ao erro, o presidente da Casa, Rodrigo Maia, deu uma decisão suspendendo o depoimento de Tiago Bardal a pedido da deputada federal do PCdoB, Perpétua Almeida (do Acre).
Esta foi somente uma das investidas do partido de Jefferson Portela para barrar a audiência que teve também até descumprimento de decisão judicial por parte de policiais civis, que não queriam liberar Bardal para prestar o depoimento.
O fato é que os delegados reafirmaram denúncias contra o secretário. Em defesa, o deputado Márcio Jerry (PCdoB) usou suas falas para tentar desqualificar os depoentes.
Para resolver o impasse, o deputado Aluisio Mendes (Pode), que propôs a audiência, solicitou a Jerry que ele conversasse com o governador Flávio Dino para que uma auditoria fosse feita no Sistema Guardião e assim mostrar se realmente não houve arapongagem contra desembargadores e políticos no Maranhão.

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