Cidades | LIXÃO

Lixão se forma nas proximidades do Mercado do Peixe, no Centro

Muito lixo espalhado e mau cheiro tem sido o ambiente perfeito para bando de urubus e pombos; ações educativas orientam para que população faça o descarte devido
IGOR LINHARES / O ESTADO04/09/2018

Como acontece nas grandes cidades e suas grandes populações, São Luís e seus 1.094.667 habitantes - de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – ainda vivem a problemática da produção e o descarte do lixo, principalmente quando está ligada diretamente à falta de consciência da população, que é vítima de si mesma.
Na manhã de ontem (3), O Estado verificou um terreno tomado pelo lixo e um bando de urubus e pombos, no Anel Viário, em plena região central e nos entornos do Mercado do Peixe, espaço de bastante movimentação, em que a população ludovicense costuma realizar a compra de pescados e outros frutos do mar por estarem frescos.
O lixão que se formou na região, apesar de contribuir para um cenário caótico, tem sido, também, para turistas do estado e, principalmente, para aqueles que vêm de outras regiões do país, um cartão de visita nada agradável e nem tampouco convidativo para ser revisitado, realidade esta que precisa ser mudada, a bem não só da imagem de organização da cidade, mas da própria população.

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