Polícia | Assassinada

Maranhense é assassinada por pai da namorada no Distrito Federal

Anne Mickaelly, de 23 anos, foi à casa da namorada para pedi-la em casamento, e o pai da garota teria atacado a jovem a facadas na rua
Daniel Júnior 10/01/2018
Maranhense é assassinada por pai da namorada no Distrito FederalAnne foi pedir a namorada em casamento e acabou sendo morta (Divulgação)

BRASÍLIA - A Polícia Civil do Distrito Federal está em busca do indivíduo suspeito de matar a facadas a maranhense identificada como Anne Mickaelly, de 23 anos, no sábado, 6, na cidade de Samambaia (DF). O principal suspeito de cometer o crime é o pai da garota com quem a vítima matinha um relacionamento amoroso. Anne Mickaelly havia ido à casa da namorada para pedi-la em casamento.

No local, antes de fazer o pedido, Mickaelly soltou alguns fogos de artifício. Irritado, o suspeito pegou uma faca e correu atrás da vítima. Ao ser alcança­da, após alguns metros de corrida, ela foi esfaqueada na cabeça e no rosto. A jovem morreu no local e o homem fugiu. Ele permanece foragido.

José Eduardo Galvão, delegado responsável pelo caso, dis­se que vários vizinhos foram ouvidos e confirmaram terem visto o homem atacando a jovem. Galvão disse que o suspeito já tinha passagens pela polícia, mas nada relacionado a homicídio. “Era uma coisa que ele não esperava [o pedido de casamento] e não reagiu bem. Agora, vai ter de pagar por isso”.

Anne Mickaelly era natural de Presidente Dutra, no Maranhão. Ela estava em Brasília a passeio e, segundo o delegado, não tem parentes na capital. Amigos fo­ram ouvidos e confirmaram o relacionamento entre a vítima e a filha do principal suspeito.l

SAIBA MAIS

Este ano, duas mulheres maranhenses já foram assassinadas fora do estado. O primeiro registro ocorreu em Florianópolis, em Santa Catarina, no dia 4 de janeiro. Braieny Alves Soares, de 20 anos, foi assassinada por outras duas mulheres, com disparos de arma de fogo, no centro da capital catarinense. A família da jovem enfrenta dificuldades para obter informações sobre o crime e trazer o corpo para o Maranhão. Braieny Soares, tinha 20 anos e trabalhava como dançarina em uma boate no centro de Florianópolis, em Santa Catarina.

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