Cidades | Sem acordo!

Rodoviários e empresários não chegam a um acordo e ônibus param na segunda-feira em SL

Rodoviários não aceitaram proposta e confirmaram movimento grevista para a próxima semana
05/06/2017 às 18h01
Rodoviários e empresários não chegam a um acordo e ônibus param na segunda-feira em SLReunião, realizada nesta segunda-feira (5), foi mediada pela Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Maranhão, (Divulgação)

SÃO LUÍS - Rodoviários e patrões não chegam a acordo e movimento grevista será retomado. A reunião, realizada nesta segunda-feira (5), foi mediada pela Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Maranhão, Lea Cristina. Estiveram presentes representantes do Sindicato dos Rodoviários, do sindicato patronal e da Secretária Municipal de Trânsito e Transportes.

Mais uma vez, os empresários insistiram na mesma proposta. A classe patronal manteve o posicionamento, de concessão de reajuste salarial de apenas 2% e nenhuma alteração no valor atual do ticket alimentação, que é de 490 reais. Na ocasião, o Presidente do Sindicato dos Rodoviários, Isaias Castelo Branco, classificou essa proposta como vergonhosa e desrespeitosa.

"Demos todos os prazos possíveis aos empresários. O que parece, é que eles não estão com interesse algum em negociar. Nossa paciência esgotou. Não deflagramos a greve nesta segunda (05), devido a uma solicitação da Superintendência do Trabalho e Emprego, que marcou essa nova mediação e por respeito, suspendemos o movimento. Pelo visto o SET quer que os trabalhadores cruzem os braços e é isso mesmo que vai acabar acontecendo, por isso, quero deixar claro à população de São Luís, que se a paralisação dos ônibus for deflagrada, a culpa é dos patrões, que estão irredutíveis em atender o que é de direito dos trabalhadores", disse Isaias Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão.

Diante do impasse, o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão decidiu retomar o movimento de greve. Nesta terça-feira (06), o Sindicato notificará oficialmente, os principais órgãos e deflagrará a paralisação, após 72 horas, como determina a justiça.

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