Justiça mantém prisões de prefeito, vice-prefeita e familiares em Turilândia
Terceira Câmara Criminal decidiu, por unanimidade, manter prisão preventiva de Paulo Curió e marido vice-prefeita; a primeira-dama e Tânya Mendes vão seguir em prisão domiciliar.
TURILÂNDIA - A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) decidiu, por unanimidade, manter as prisões no caso de Turilândia, após o julgamento de dois agravos regimentais realizado na manhã desta segunda-feira (9).
Um dos recursos foi apresentado pela defesa da vice-prefeita Tânya Mendes e de seu marido, Ilan Alfredo Mendes. O outro agravo regimental foi interposto pela defesa do prefeito de Turilândia, Paulo Curió, e da primeira-dama Eva Curió.
De acordo com a decisão, o TJ-MA manteve a prisão domiciliar das mulheres envolvidas no processo e a prisão preventiva dos homens, rejeitando os pedidos apresentados pelas defesas.
Decisão unânime da Câmara Criminal
Durante o julgamento, os desembargadores da Terceira Câmara Criminal entenderam que não havia fundamentos jurídicos suficientes para alterar as medidas impostas anteriormente. Com isso, foi mantido o entendimento de que as prisões são necessárias para garantir o regular andamento das investigações.
A decisão foi tomada de forma unânime pelos magistrados do Tribunal de Justiça do Maranhão.
Próximos passos do processo
Segundo informações repassadas pela defesa do prefeito e da primeira-dama, o resultado do julgamento ainda será formalizado por meio de acórdão, que deve ser publicado nos próximos dias pelo TJ-MA.
O caso de Turilândia segue em tramitação na Justiça e permanece sob análise da Terceira Câmara Criminal.
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