Eleições 2024

Temporal em São Luís acende debate entre pré-candidatos a prefeito

Postulantes ao cargo de prefeito comentaram problemas estruturais da cidade.

Gilberto Léda/ipolítica

- Atualizada em 25/01/2023 às 19h22
Alagamentos tomaram São Luís após forte temporal
Alagamentos tomaram São Luís após forte temporal (Foto: Reprodução)

SÃO LUÍS - O forte temporal que caiu sobre a cidade de São Luís nesta quarta-feira (25) serviu de pano de fundo para pré-candidatos a prefeito externarem suas opiniões sobre problemas de ordem estrutural na capital maranhense. Macrodrenagem e obras estruturantes estiveram no centro do debate.

No Twitter, o deputado estadual eleito Carlos Lula (PSB) não citou nomes, mas direcionou suas críticas ao atual prefeito, Eduardo Braide (PSD), e ao ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior (sem partido).

Segundo ele, os problemas de drenagem de hoje são os mesmos dos últimos dez anos. Braide tem dois anos à frente do Municípios, Edivaldo passou oito. Nenhum dos dois se manifestou até o momento.

“Vejam só como sofre nossa cidade. Eu poderia exibir esse mesmo vídeo nos últimos 10 anos e, infelizmente, nada mudaria! Isso é inaceitável!  Nossos problemas de drenagem urbana passam por um novo conceito de cidade. São Luís simplesmente explodiu, sem planejamento e cuidado. Se não alterarmos esse rumo, daqui a 10 anos continuaremos com o mesmo problema”, destacou Lula.

Já o deputado estadual Duarte Júnior (PSB) - que em fevereiro assume como deputado federal - foi mais direto. Mesmo também sem citar o nome do atual gestor, mencionou obra dele na Avenida Litorânea como forma de direcionar a crítica.

Para o socialista, “São Luís sofre pela falta de planejamento”. “Os problemas de ontem não podem continuar sendo os problemas de hoje e amanhã. São Luís sofre pela falta de planejamento. Trocar asfalto da Litorânea é bom, mas não é prioridade. Prioridade é fazer drenagem profunda e evitar o prejuízo e o sofrimento da população”, disse.

Não é hora - Em vídeo divulgado no Instagram, o deputado estadual Yglésio Moyses (PSB), reconheceu os problemas, mas disse que ainda não é hora de responsabilizar o atual prefeito da capital.

O parlamentar acredita que a falta de avanço na área de drenagem em São Luís decorra da falta de obras na gestão passada.

“Esse legado, infelizmente, a gente não pode atribuir, ainda, ao prefeito Eduardo Braide, por conta de ele estar há apenas dois anos na cidade. Esse tipo de obra de macrodrenagem precisa ser tocada ao longo de três, quatro anos, minimamente. Edivaldo ficou oito anos à frente da Prefeitura e avançou pouco nesse sentido Portanto, ele, até o momento, é a pessoa que deve ser responsabilizada”, ressaltou.

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