Estado Maior

Candidatos na contagem regressiva para fim de propaganda eleitoral no MA

São mais cinco dias de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão; candidatos traçam estratégias para garantir voto do eleitor.

Ipolítica

- Atualizada em 23/09/2022 às 17h44
Nos últimos dias de propaganda eleitoral no rádio e televisão, candidatos ao governo querem reforçar problemas dos adversários
Nos últimos dias de propaganda eleitoral no rádio e televisão, candidatos ao governo querem reforçar problemas dos adversários (Divulgação)

SÃO LUÍS - Os candidatos ao governo do Maranhão e ao Senado entram na fase final da campanha eleitoral. Na próxima semana, chegará ao fim o prazo para a propaganda eleitoral no rádio e televisão. São cerca de cinco dias para os candidatos ainda alcançarem o maior número de eleitores possíveis.

As estratégias estão sendo traçadas. O Palácio dos Leões, por exemplo, quer reforçar a ideia de que Carlos Brandão (PSB) é ficha limpa, mas deixando claro desta vez que seu concorrente, não. E como isto? Costa Rodrigues e Secretaria de Esportes da época de Jackson Lago devem embasar os argumentos socialistas.

Weverton Rocha que investir mais nos números (desastrosos) do Maranhão para dizer que é preciso mudar. Questões envolvendo o código penal também deverá ser o tom dos últimos dias na televisão. Neste ponto, muitos questionamentos para os quais, nada vem sendo tido, ou seja, muitas perguntas e poucas respostas.

Lahesio Bonfim (PSC) deverá manter nos seus cerca de 19 segundos de televisão os ataques aos adversários sempre dizendo que todos sempre estiveram unidos. Não era bem isto que alguns adversários esperavam. A ideia era de que Bonfim centrasse fogo em um “inimigo” só.

Edivaldo manterá a linha de dizer o que fez e o que poderá fazer mais se for governador. 

Os próximos programas, sem dúvidas, demonstraram que a disputa continua polarizada entre os dois partidos de esquerda. Agora é aguardar para saber quais estratégias serão melhor absorvidas pelos eleitores.

Sem sucesso

Assim como durante a pré-campanha, o Palácio dos Leões durante toda a campanha tentou trazer para o Maranhão a polarização nacional entre Lula e Bolsonaro.

Nesta reta final, ficou ainda mais evidente a estratégia que pode ser considerada equivocada no estado.

Equivocada porque os candidatos “dos pelotões de frente das pesquisas” tem relações de alguma forma com o presidente Bolsonaro.

Sem criatividade

Como não teve o resultado esperado o “Lula x Bolsonaro” no Maranhão, a ideia foi trazer a questão do voto útil. Assim como ocorre nacionalmente.

Sem a criatividade necessária, há uma clara tentativa (de novo) de trazer um cenário nacional para o estado, mas sem o sucesso devido. 

No máximo, “análises” em redes sociais com repercussão com mídia paga. E nada mais.

Apostas

A bolsa de apostas sobre a participação dos candidatos ao governo no debate da TV Mirante já está aberta.

Há claras manifestações colocando em dúvida a participação de dois postulantes ao comando do Palácio dos Leões.

Resta saber se estas possibilidades de ausência do debate são reais mesmo considerando a importância deste programa na TV Mirante em outras eleições.

 

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