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Influência externa, grupos interno e indefinições na eleição do TJ

Mesmo com um ou outro desembargador falando em vantagem, disputa pela mesa diretora do Tribunal de Justiça tem resultado considerado imprevisível.

Ipolítica

Na eleição de hoje, 33 desembargadores escolherão presidente, vice-presidente, corregedor de Justiça e Corregedor do Foro Extrajudicial
Na eleição de hoje, 33 desembargadores escolherão presidente, vice-presidente, corregedor de Justiça e Corregedor do Foro Extrajudicial (TJMA/Ribamar Pinheiro)

SÃO LUÍS - Houve até uma tentativa de acordo na eleição para mesa diretora do Tribunal de Justiça do Maranhão, mas não se consolidou e haverá disputa para todos os cargos da nova direção. E essa disputa aponta como anda dividido o TJ em dois grupos: a favor da atual presidência e contra ela.

A tentativa de acordo teve início e também se encerrou para o cargo de presidente do TJ. Interlocutores dos dois candidatos (desembargadores Ricardo Dualibe e José Luiz Almeida) chegaram a sinalizar uma composição, mas esta precisava ter costuras com outros cargos, o que ficou inviável após algumas conversas.

Para vice-presidente, por exemplo, o desembargador Tyrone Silva (do grupo do presidente Froz Sobrinho) nunca pensou em abrir mão de sua candidatura. Com isso, ele enfrenta Gervásio Protásio Jr. que é do grupo “da oposição” no TJ.

Quem também bateu o martelo e garantiu que não abria mão de ser candidato a corregedor foi o desembargador José Gonçalo. O adversário dele é o desembargador Raimundo Barros. Há quem diga, nos corredores do TJ, que Gonçalo tem vantagem nesta disputa.

Também se fala em vantagem da desembargadora Ângela Salazar contra a desembargadora Sônia Amaral na disputa pela Corregedoria do Foro Extrajudicial (responsável pelos cartórios).

E apesar de ser apontada uma vantagem ou outro de um ou outro desembargador na eleição da mesa diretora, os eleitores deste pleito dizem que ainda há uma indefinição sobre a composição final da nova diretoria do tribunal. Contribui para isso, principalmente, dizem parte dos magistrados, as chamadas influências externas que incomoda demais os membros do TJ. 


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