SÃO LUÍS – O vigilante João José Nascimento Gomes, acompanhado de sua mãe e de um filho, de nomes não revelados, compareceu, ontem (20), à sede da Ordem dos Advogados do Brasil da seccional do Maranhão (OAB/MA), no Calhau, para pedir segurança e a devolução da quantia de R$ 4.900, paga ao advogado Hadaiar Matões Rodrigues Neto. Segundo ele, o advogado Hadaiar Matões o coagiu e exigiu que ele afirmasse ao delegado Márcio Dominici durante o seu interrogatório, no 7º Distrito Policial, no Turu, realizado no dia 15, que tinha sido ele o autor dos golpes de faca que mataram o advogado Brunno Eduardo Matos Soares e vitimaram Alexandre Matos Soares, que levou um corte profundo no abdômen, e Kelvin Kim Shiyangue, de 26 anos, atingido nas costas.
O advogado, contratado por João José Nascimento Gomes, teria dito que ele não iria ser preso em uma das unidades de Pedrinhas e que responderia pelos crimes em liberdade. “O advogado só iria me defender caso eu afirmasse ser o autor do crime e não iria ficar preso em Pedrinhas”, afirmou o vigilante.
Leia mais na edição, desta terça-feira (21), do jornal O Estado do Maranhão.
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