Homicídio

Homem suspeito de matar bombeiro em barbearia de Caxias é preso e admite crime

Em depoimento após a prisão, Juan Pablo disse que não tinha vínculo com o cadete e atribuiu o crime a uma suposta ofensa verbal.

Imirante.com

Atualizada em 04/01/2026 às 20h16
Crime aconteceu dentro de uma barbearia no sábado (3).
Crime aconteceu dentro de uma barbearia no sábado (3). (Foto: divulgação)

SÃO LUÍS – Foi preso, na manhã deste domingo (4), o homem suspeito de assassinar o cadete do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA), André Guilherme Silva Lemos, de 26 anos. O crime ocorreu no sábado (3), dentro de uma barbearia, no município de Caxias, a cerca de 360 km da capital maranhense.

Suspeito foi localizado em Codó

O suspeito foi identificado como Juan Pablo Neves Sales. Ele foi capturado por uma equipe do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), no povoado Dezessete, localizado no município de Codó. A prisão foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, por meio das redes sociais.

Confissão durante a prisão

Durante a abordagem policial, Juan Pablo confessou o crime e afirmou que não conhecia a vítima. Segundo o suspeito, o homicídio teria sido motivado por uma suposta provocação feita pelo cadete dentro da barbearia.

“Ele tirou onda da minha cara. Eu nem conhecia o cara, não sabia nem que ele existia. Ele me chamou de corno na hora que ele chegou lá. Ele começou a jogar piadinha mais o barbeiro”, alegou o suspeito à Polícia Militar.

Encaminhamento à delegacia

Após a prisão, Juan Pablo Neves Sales foi conduzido ao Plantão da 17ª Delegacia Regional de Caxias, onde foi autuado pelo crime de homicídio.

Nota da Secretaria de Segurança Pública

O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, destacou a rapidez da atuação das forças de segurança e prestou solidariedade à família da vítima e à corporação.

“A rápida identificação e prisão do suspeito, apenas um dia após o crime, são resultado do trabalho integrado das forças de segurança, que atuaram de forma conjunta por meio de investigação, inteligência e diligências operacionais. Nos solidarizamos, mais uma vez, com os familiares, amigos e toda a corporação pela irreparável perda. As investigações do caso prosseguem até o completo esclarecimento do crime, que não ficará impune”, afirmou o secretário.

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