Protesto

Alunos interditam via de acesso à UFMA, Bom Jesus

O protesto é contra uma carta enviada pelo reitor, que determina volta às aulas.

Jefferson Sousa/Imirante Imperatriz

Atualizada em 27/03/2022 às 11h54

IMPERATRIZ – Um grupo de alunos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), campus Bom Jesus, bloqueou, na manhã desta terça-feira (20), a principal via que dá acesso à universidade.

A manifestação tem por finalidade protestar contra o reitor Natalino Salgado que determinou o reinicio das aulas, tendo em vista que o Conselho Universitário da UFMA não definiu o cancelamento do Calendário Acadêmico dos campi.

Durante a manifestação, os alunos que estão em greve há 41 dias, usaram uma grande faixa, motos e galhos de árvores encontrados próximas ao bloqueio como forma de chamar a atenção contra a determinação.

“Eles querem colocar falta em todos os alunos como forma de repressão para acabar com a greve e mostrar que está tudo bem por aqui, e não está!”, explica a acadêmica grevista, Rebeca Leite.

 “Eles querem colocar falta em todos os alunos como forma de repressão para acabar com a greve e mostrar que está tudo bem por aqui, e não está!”, explica a acadêmica grevista, Rebeca Leite. (Foto: Jefferson Sousa/ Imirante Imperatriz)
“Eles querem colocar falta em todos os alunos como forma de repressão para acabar com a greve e mostrar que está tudo bem por aqui, e não está!”, explica a acadêmica grevista, Rebeca Leite. (Foto: Jefferson Sousa/ Imirante Imperatriz)

Reunião

Na última sexta-feira (16), uma comissão de representantes da administração superior da UFMA, o subprefeito dos campi Imperatriz Alan Ribeiro e alunos, sem a presença do reitor Natalino Salgado que, segundo nota sobre a reunião, estaria em Brasília, junto ao MEC conseguindo recursos, esteve em Imperatriz para negociar o fim da greve de estudantes. No entanto, a acadêmica Rebeca Leite, informou que não houve acordo.

“Eles passaram a reunião impondo. Não houve negociação. Eles colocaram a culpa das problemáticas em cima dos alunos, dizendo que nós não acompanhamos os processos de requerimentos”, argumenta.

Prazos

De acordo com os grevistas, a comissão vinda de São Luís, estipulou um prazo de 90 dias para regularizar o abastecimento de água e a instalação elétrica.

Confira a nota na íntegra

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