Em Cândido Mendes

MP abre investigação para apurar caso de vereador que jogou dinheiro da janela da Câmara

Sababá Filho (PCdoB) jogou R$ 250 mil pela janela da Câmara de Cândido Mendes. Caso aconteceu no dia 4 de agosto.

Imirante.com

- Atualizada em 07/08/2023 às 18h49
Sababa Filho colocou dinheiro na tribuna e depois lançou as cédulas da janela da Câmara.
Sababa Filho colocou dinheiro na tribuna e depois lançou as cédulas da janela da Câmara.

CÂNDIDO MENDES -Nesta segunda-feira (7) o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) informou que vai investigar o caso do vereador de Cândido Mendes Cleverson Pedro Sousa de Jesus, conhecido como Sababá Filho (PCdoB), que jogou R$ 250 mil pela janela da Câmara de Vereadores, no dia 4 de agosto, afirmando ter recebido o dinheiro a mando do prefeito da cidade para que renunciasse ao mandato.

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Em nota, o MP-MA afirmou que já tem conhecimento dos fatos ocorridos na cidade de Cândido Mendes e “está apurando a situação para que as providências cabíveis sejam tomadas”.

Já a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), informou que irá investigar a denúncia feita pelo vereador Sababá Filho, o qual acusa o prefeito Facinho e o empresário Adson Manoel Silva Oliveira pelo crime de corrupção ativa.

Sababa Filho colocou dinheiro na tribuna e depois lançou as cédulas da janela da Câmara. (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Sababa Filho colocou dinheiro na tribuna e depois lançou as cédulas da janela da Câmara. (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

Após jogar o dinheiro pela janela da câmara, Sababá Filho foi até a Delegacia de Godofredo Viana registrar um boletim de ocorrência contra o prefeito e o empresário, afirmando que havia recebido R$ 250 das mãos de Adson Manoel para poder renunciar ao cargo de vereador, a mando de Facinho.

Ao g1, a PC-MA disse que o caso em questão será investigado pela Superintendência Estadual de Combate à Corrupção (SECCOR), que realizará audiências para ouvir testemunhas. A Polícia Civil informou, ainda, que, neste momento, não pode informar detalhes do processo, para não atrapalhar as investigações.

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