Profissão de risco

Filha sente receio pela profissão do pai policial, mas dispara: "cauteloso" e "protetor"

Neste Dia dos Pais, o Na Mira ouviu pai e filha para entender a rotina deles.
Neto Cordeiro/Na Mira12/08/2018 às 07h01
Filha sente receio pela profissão do pai policial, mas dispara: "cauteloso" e "protetor"Roberto Moraes e a filha Thais Moraes. (Foto: Arquivo Pessoal)

SÃO LUÍS - "Quando eu era menor sempre desejei ser policial por admirar muito o meu pai". A declaração é da estudante Thais Moraes, que, hoje, aos 18 anos, segue um caminho diferente.

O pai dela, Roberto Moraes, de 45 anos, é policial porque sempre se identificou com a atividade. "Poder servir outras pessoas provendo segurança, prestar um bom serviço para a sociedade e saber que protejo varias famílias", ressalta sua função com orgulho.

Neste Dia dos Pais, o Na Mira ouviu pai e filha para entender a rotina deles, levando em conta a profissão de risco dele.
"A profissão além de trazer riscos pro policial, oferece risco aos seus familiares também", destaca Roberto, pais de três meninas. Felizmente, eles nunca viveram nenhum situação desconfortável ou arriscada. "Inúmeras vezes, se ele se atrasava, ou não atendia o celular, já era motivo de extrema preocupação", explica Thais.

Apesar de não ter afinidade com a carreira de policial, ela demonstra todo o orgulho que sente do pai. "Meu pai sempre foi muito cauteloso e super protetor; é meu exemplo de vida, espero ser para os meus filhos pelo menos metade do que ele é/foi pra mim. Sou louca por ele e tento aproveitar todas as oportunidades para estar sempre perto. Ele é o homem da minha vida", se declara.

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