Em Imperatriz

Polícia autua 10 presos por morte de detento em presídio

Os presos são suspeitos de assassinar o interno Daniel Pereira da Silva enforcado.
Angra Nascimento/Imirante Imperatriz01/06/2019 às 07h45

IMPERATRIZ - A Polícia Civil do Maranhão, através da Delegacia de Homicídios de Imperatriz, DHPP/SHPP, lavrou na última quinta-feira (30), o auto de prisão em flagrante em desfavor de 10 internos do presídio Itamar Guará, em Imperatriz.

De todos os internos, apenas Antonio Nunes da Silva Filho, conhecido como "Marabá" e Thallys Nogueira, confessaram participação no assassinato de Daniel. / Foto: Divulgação.

Os homens que cumprem pena por diversos crimes, vão responder por mais um, desta vez, pelo homicídio do interno Daniel Pereira da Silva, que era condenado por latrocínio (roubo seguido de morte) contra um mototaxista, e foi encontrado morto com sinais de enforcamento na manhã de terça (28).

Relembre o caso: Detento é encontrado morto dentro da Penitenciária Regional de Imperatriz

Os detentos simularam que Daniel havia praticado suicídio, mas investigação da Polícia Civil conseguiu identificar que, na verdade, Daniel foi assassinado por enforcamento. A polícia chegou a essa conclusão após procedimentos periciais, como exame de necropsia, feito no Instituto Médico Legal (IML).

Daniel Pereira da Silva, que era condenado por latrocínio, foi encontrado morto com sinais de enforcamento na manhã de terça (28). / Foto: Divulgação.

Toda a ação criminosa, que resultou na morte do detendo Daniel, foi fotografada e compartilhada em grupos de aplicativo de mensagens (WhatsApp). Inclusive, a polícia, também, investiga como os aparelhos de celulares foram parar nas selas do presídio.

Mediante as investigações, os 10 presos que ocupavam a cela, em que aconteceu o crime, foram conduzidos para a Delegacia de Homicídio e submetidos a oitivas e autuados em flagrante. De todos os internos, apenas Antonio Nunes da Silva Filho, conhecido como "Marabá" e Thallys Nogueira, confessaram participação no assassinato de Daniel.

Todos os suspeitos prosseguem presos no Presídio Regional de Imperatriz, à disposição da Justiça.

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