Área do Complexo Canhoteiro

Vândalos destroem equipamentos usados para exercícios físicos

Os criminosos estão agindo à noite, segundo informações de quem pratica atividades físicas na região. As barras paralelas de um dos trechos está pela metade.
Nelson Melo, especial para o Imirante.com07/02/2020 às 13h33
Para quem utiliza o local para a prática da calistenia, a situação é considerada lamentável. / Foto: Nelson Melo.

SÃO LUÍS - Os equipamentos utilizados para a realização de exercícios físicos na região do Castelinho, em São Luís, estão deteriorados. Os pedaços de madeira foram retirados em alguns, o que está sendo motivo de reclamação de quem usa a área para fazer calistenia, modalidade de treino caracterizada pelo ganho de massa muscular a partir do próprio peso do corpo. De acordo com os praticantes, os vândalos estão atuando à noite, quando o local fica escuro, ambiente propício para a destruição da estrutura.

Os pedaços de madeira foram retirados em alguns, o que está sendo motivo de reclamação de quem usa a área para fazer calistenia. / Foto: Nelson Melo.

Os atos de vandalismos podem ser vistos em dois pontos da região. Uma fica em frente ao Ginásio Castelinho, no Complexo do Canhoteiro. Naquele trecho, os equipamentos estão sem condições de uso, devido ao alto grau de deterioração. Para quem utiliza o local para a prática da calistenia, a situação é considerada lamentável por se tratar de uma área livre, ou seja, utilizada por inúmeras pessoas, nos variados horários. Segundo a universitária Maria Cândida, de 29 anos, os criminosos estariam agindo depois da meia-noite.

“Eu soube que os bandidos aparecem aqui nesse horário, quando não tem mais ninguém no local. Eles arrancam a madeira dos equipamentos e levam. E o pior é que fica um vigilante bem aí no Ginásio Castelinho. Alguma coisa tem que ser feita. Daqui a pouco, não vai ter mais nada aqui”, reclamou a jovem. A doméstica Fabrícia Silva também pediu providências com relação à situação. Ela declarou que já até pediu para que policiais militares de uma guarnição, que passava pela área em uma noite da semana passada, que fizessem mais rondas no trecho, para evitar novos atos.

Os pedaços de madeira foram retirados em alguns, o que está sendo motivo de reclamação de quem usa a área para fazer calistenia. / Foto: Nelson Melo.

“Eu falei para eles sobre o que estava acontecendo. Eles disseram que fazem o possível para evitar os vandalismos, mas que não poderiam ficar o tempo todo, pois fazem rondas em uma região extensa”, comentou ela. Do outro lado, nas imediações do Estádio Castelão, alguns equipamentos de calistenia também foram destruídos. As barras paralelas, por exemplo, estão pela metade. Uma idosa, segundo informações dos praticantes, sofreu uma queda quando executava um movimento na estrutura.

Os pedaços de madeira foram retirados em alguns, o que está sendo motivo de reclamação de quem usa a área para fazer calistenia. / Foto: Nelson Melo.

“Eu estava correndo, quando vi a mulher cair. Eu e outras pessoas demos apoio. A idosa ficou um pouco machucada. Isso aconteceu quando uma das barras se desprendeu, mas a barra já estava solta”, relembrou Daivid Alencar, que é professor de Jiu-jítsu.

Por meio de nota, a Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel) afirmou que a área será revitalizada.

Veja a nota na íntegra:

A Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel) informa que está realizando o levantamento em toda a área do Complexo Canhoteiro, que abrange o Castelão, Castelinho, o Ginásio Manoel Trajano, Paulo Leite, pista de atletismo e as quadras poliesportivas. A avaliação servirá de base para a realização do projeto de revitalização de todas as praças esportivas do Complexo Canhoteiro, que acontecerá ainda este ano.

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