Em hospital de Esperantinópolis

Ministério Público apura caso de exercício ilegal da medicina

Segundo o Ministério Público, o falso médico usava uma identificação fraudada.
Divulgação/MP-MA30/08/2016 às 18h00
Ministério Público apura caso de exercício ilegal da medicina Foto: Divulgação

ESPERANTINÓPOLIS - Um Inquérito Civil foi instaurado pela Promotoria de Justiça de Esperantinópolis para apurar a responsabilidade pela indicação de pessoa não habilitada para atender aos pacientes no Hospital Municipal Santa Marta, situado no município, a 325 km de São Luís.

Na última sexta-feira (26), uma vistoria foi realizada no hospital pela Promotoria de Justiça de Esperantinópolis e Conselho Regional de Medicina, uma vez que fora constatada pelo Ministério Público, em ação anterior, a existência de pessoas exercendo ilegalmente a medicina no estabelecimento, que atende a pacientes de Esperantinópolis e região.

A inspeção foi presidida pelo presidente do Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM), Abdon José Murad Neto, e contou com a participação do titular da Promotoria de Esperantinópolis, Xilon de Souza Júnior. O trabalho conjunto foi viabilizado pelo Convênio de Cooperação Técnica celebrado entre o Conselho Regional de Medicina e o Ministério Público do Maranhão.

No local, os representantes do CRM conheceram as instalações do hospital e entrevistaram a diretora do estabelecimento sobre os fatos denunciados. O conselho, então, vai elaborar um parecer, que será encaminhado à Promotoria de Esperantinópolis, para instruir o Inquérito Civil.

De acordo com o promotor de Justiça, o Ministério Público tomou conhecimento do caso, no dia 12 de agosto, após denúncia de que uma pessoa sem habilitação, de nome Israel Sousa, estaria atendendo pacientes no Hospital Santa Marta. “Diante da informação, expedimos ordem de serviço para que fosse averiguada a veracidade da denúncia. Quando o técnico ministerial chegou ao hospital e foi anunciado, o falso médico se evadiu do local”, narra Xilon Júnior.

O falso médico se utilizava de uma identificação fraudada, cujo número 9036 não existe no CRM do Maranhão.

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