Investigações

Investigações para elucidar crime de professor continuam

Principal linha de investigação da morte de professor é latrocínio.
Imirante Imperatriz02/01/2017 às 10h09
De acordo com o delegado regional, Eduardo Galvão, as investigações continuam. (Foto: Divulgação)

IMPERATRIZ – A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) continua com as investigações visando elucidar o assassinato brutal do professor Raimundo da Conceição Silva, de 51 anos, que aconteceu no sábado (31), à tarde, sendo a única ocorrência grave do dia virada de ano, em Imperatriz. Uma das linhas de investigação é de que o crime tenha sido, latrocínio, roubo seguido de morte.

De acordo com informações do delegado regional, Eduardo Galvão, a primeira linha de investigação é de que o professor tenha sido vítima de um provável latrocínio. “As investigações apostam que ele (professor Raimundo) tenha sido morto por alguém conhecido, alguém que ele tinha acesso”, disse o delegado, lembrando que o professor Raimundo desenvolvia um projeto de combate as drogas.

“O projeto era muito forte, muito bem idealizado, voltado para adolescentes infratores. O que a polícia imagina, no primeiro momento, é que ele, ao sair de um supermercado, tenha avistado algum desses membros que fazia parte do projeto, em alguma situação de risco, tenha se proposto a levá-lo para sua residência, e durante o trajeto acabou sendo morto, provavelmente para ter algum objeto subtraído para ser trocado por drogas”, ressalta Eduardo Galvão.

O professor que foi morto a facadas, teve apenas o aparelho de celular levado, de acordo com informações da polícia. A família informou que o professor não tinha contendas, sendo que sempre teve uma vida honrada sem nenhum tipo de ameaças. A família informou, também, que se tratava de uma pessoa muito humana, sempre disposta a ajudar.

“Se visse uma pessoa precisando de ajuda, com certeza seria o primeiro a se propor a ajudar”, ressaltou o delegado Eduardo Galvão, com base em depoimento dos familiares.

Ouça parte da entrevista do delegado Eduardo Galvão:

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