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Assinado contrato para construção de Píer petroleiro no Itaqui

O píer integra o programa de ampliação e modernização das instalações portuárias.
Divulgação/Emap 21/03/2012 às 16h43

SÃO LUÍS - A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) e a Cejen Engenharia assinaram, nesta quarta-feira (21), contrato para construção do berço 108. O píer integra o programa de ampliação e modernização das instalações portuárias do Itaqui e será o responsável pelo aumento de 40% na movimentação de derivados de petróleo, que no ano passado representou metade da carga operada no porto maranhense, o equivalente a sete milhões de toneladas.

Luiz Carlos Fossati, presidente da Emap, pediu rigidez no cumprimento do prazo de construção da obra, que é de 14 meses, assim como no atendimento às normas de segurança e meio ambiente. “Essas são algumas das prioridades do Itaqui, que ocupa a 5ª posição nacional na área de gestão ambiental”, destacou. A construção do novo berço está prevista no plano de negócios da Emap e ajudará a empresa a atingir uma das suas metas, que é passar dos atuais 14 milhões de toneladas movimentadas para 30 milhões até 2015. Em 2031, quando a movimentação deverá alcançar 150 milhões de toneladas, a perspectiva é tornar o Itaqui um porto de classe mundial.

Em 20 anos, a quantidade de granéis líquidos movimentadas deverá ultrapassar a marca dos 43 milhões de toneladas/ano. Os derivados de petróleo no Itaqui estão no topo da lista dos produtos que mais contribuem para arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Maranhão.

A partir do dia 11 de abril, a empresa Cejen, com sede em Curitiba, terá 14 meses para concluir a obra. A Cejen venceu a licitação realizada em fevereiro deste ano e irá construir o novo píer por R$ 49,3 milhões. O presidente da Cejen, Ceciliano J. Ennes Neto, anunciou na ocasião que o grupo tem um braço especializado em operações portuárias e que, também, tem interesse em atuar no Maranhão nessa área com movimentação de granéis sólidos. A empresa, que existe há 25 anos, é especializada na construção de pontes e portos, a exemplo do Porto São Francisco do Sul, em Santa Catarina. No Porto de Antonina, no Paraná, a operadora portuária Interportos, que integra o grupo, realizou descarga offshore de navios.

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