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PH

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Vinicius Bogéa (Divulgação)

 Sexta de Festejos

A Casa de Arte Barrica, na Madre Deus, abre suas portas nesta sexta-feira (7) para apresentar à comunidade o mesmo espetáculo apresentado pela Companhia Barrica na Espanha.

É que o grupo participou, em setembro, da programação das Jornadas Internacionais Folclóricas da Catalunha, sendo o único do Brasil e um dos mais aplaudidos do festival. 

A apresentação ocorrerá durante a “Sexta de Festejos”, cuja programação terá início às 20h, dentro do projeto “36 Anos-Luz de Estradas, Estrelas e Encantarias”.

O projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo.

Fixação de placas

O governador Carlos Brandão sancionou a Lei 11.827/2022, originária de projeto de lei de autoria do deputado Adelmo Soares, que estabelece a obrigatoriedade de fixação de placas informativas que proíbam a discriminação em razão de orientação sexual ou identidade de gênero em ambientes públicos e privados no Maranhão.

A lei objetiva contribuir para que as garantias constitucionais da comunidade LGBTQIA+ sejam respeitadas.

A placa deverá ser fixada em local visível, no lado externo ou em uma de suas entradas, ser confeccionada no tamanho mínimo de 50 centímetros de largura por 50 centímetros de altura.

Vendedor de Sonhos

A peça teatral “O Vendedor de Sonhos”, adaptação do best-seller de Augusto Cury, está de volta a São Luís.

Nos dias 15 e 16 de outubro, o elenco formado por Luiz Amorim, Mateus Carrieri, Adriano Merlini, Fernanda Mariano, Pedro Casali e Guilherme Carrasco, subirá ao palco do Teatro Arthur Azevedo. 

A trama conta a história do personagem Júlio César (Mateus Carrieri), que tenta o suicídio e é impedido de cometer o ato por intermédio de um mendigo, o Mestre (Luiz Amorim), que lhe vende uma vírgula, para que continue a escrever a sua história.

Juntos, convidam Bartolomeu (Adriano Merlini), um bêbado boa-praça para a missão de vender sonhos e despertar a sociedade doente. Mas a revelação de um passado conflituoso do Mestre pode destroçar a grande missão do Vendedor de Sonhos.

Fórmula Kite

O kitesurfista maranhense Bruno Lobo mostrou mais uma vez que é o atleta número 1 do Brasil em sua modalidade.

Competindo com os principais atletas do mundo, ele garantiu a nona colocação no Circuito Europeu de Fórmula Kite, realizado entre os dias 25 de setembro e 2 de outubro, em Lepanto, na Grécia.

Operadores de turismo

A Secretaria Municipal de Turismo recebeu dez operadores de turismo de sete países da América Latina (Colômbia, Chile, Peru, Paraguai, Equador, Argentina e México) durante um famtour realizado em parceria com a Dio Viagens.

Durante a ação, realizada entre os dias 23 e 30 de setembro, os agentes conheceram a oferta turística e as peculiaridades de São Luís para comercialização do destino nos seus respectivos países.

Operadores de turismo...2

No famtour, os operadores conheceram a hotelaria de São Luís, os restaurantes, pousadas e outros estabelecimentos que se cadastraram no edital de divulgação da cidade.

Além disso, visitaram pontos turísticos como o Mirante da Cidade, fizeram um passeio náutico com vista para o Centro Histórico e também conheceram roteiros turísticos como o Quilombo Cultural de São Luís, um tour pelo maior quilombo urbano da América Latina.

DE RELANCE

Rafael Libério no Wine Celebration 2022

Chef e proprietário de restaurante de raízes maranhenses e inspirações do Mediterrâneo, instalado no Calhau, Rafael Libério estará na edição 2022 do Wine Celebration, nesta sexta-feira, às 21h, no Palazzo Eventos (Araçagi), em regime all inclusive.

Nascido e criado em São Luís, ele integra uma família que mescla raízes maranhenses e árabes.

Atualmente, é embaixador nacional do Maranhão pelo Prêmio Dólmã e representante da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança no estado.

O evento, a ser embalado pelas belas canções do cantor Daniel Boaventura, conhecido por suas performances em musicais, bem como atuações em telenovelas e peças teatrais, servirá 2.400 garrafas de vinho de rótulos tradicionais de países produtores como Argentina, Brasil, Chile, Espanha, França, Itália e Portugal para aproximadamente 700 convidados, sendo que o consumo será ilimitado.

 

Show do Capital

Está à venda o segundo lote de ingressos para o show da turnê que marca os 40 anos da banda Capital Inicial em São Luís, neste sábado, no Blue Tree Hotel (Calhau).

De acordo com a organização, os ingressos estão sendo vendidos a preços especiais para garantir maior presença possível de público no evento.

Na verdade, será uma noite histórica em celebração aos 40 anos de uma das mais conhecidas bandas de rock do Brasil.

Mais votado em São Luís

Deputado estadual mais bem votado em São Luís nas eleições do último domingo, com 30.350 votos, ou seja, 5,25% do eleitorado são-luisense, Fernando Braide é só alegria. 

Ele foi eleito com 42.506 votos e vai ocupar, pela primeira vez, uma cadeira na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Mais votado em São Luís...2

As pesquisas de intenção de voto já indicavam que Fernando Braide estava entre os nomes mais cotados quando a pergunta era em quem os são-luisenses iam votar para deputado estadual nas eleições gerais deste ano.

Durante a campanha, ele defendeu incentivos ao empreendedorismo como principal política para fortalecer a economia maranhense e mais investimentos na saúde do estado, especificamente para a prevenção e tratamento contra o câncer.

Palestra sobre moda

Quem desembarca em São Luís nesta quarta-feira para proferir palestra aos lojistas sobre tendência de moda no São Luís Shopping é Reginaldo Fonseca, um dos renomados profissionais em consultoria, mentoria e direção executiva/artística de eventos de moda do Brasil

Reginaldo Fonseca é consultor de moda, escritor, fundador e idealizador da Cia Paulista de Moda, que produz grandes eventos e ações para shopping centers, grupos e marcas.

Sintonizado com as novas tecnologias e demandas de desenvolvimento no segmento, ele já atendeu centenas de clientes espalhados pelo Brasil, Paris, Londres, Portugal, Itália, Dubai, Angola, Peru e Guiné-Bissau, entre outros.

 

Palavras de gratidão

O general de Exército  de Exército Ricardo Augusto Costa Neves, comandante Militar do Norte, esteve em São Luís e visitou  EMAP – Empresa Maranhense de Administração Portuária.

Ao regressar a Belém enviou uma carta de agradecimento a Eduardo Carvalho Lago Filho, presidente da empresa, pela “forma cortês” como foi recebido durante sua primeira visita institucional “a essa importante e estratégica empresa pública”.

O general Costa Neves ressaltou que “a atividade contribuiu para ampliar sua consciência situacional acerca do grande potencial produtivo instalado na região onde atua, como também lhe encheu de orgulho. Como brasileiro, ao constatar o elevado nível profissional e de gestão alcançados por essa empresa pública.

E aproveitou para convidar o presidente da Emap para visitar o Quartel-General do Comando Militar do Norte em Belém do Pará.

Para escrever na pedra:

“Homem de responsabilidade política não mente. Inventa a verdade”. De João Agripino, político paraibano.

TRIVIAL VARIADO

Faço coro com Giane Guerra: o clima com a eleição deste ano já estava pesado e deve ficar ainda mais nas próximas semanas. Mas falta pouco. Respire fundo, tome fôlego e poupe energia para o que realmente merece sua dedicação.

No assunto: debater pontos de vista, projetos e percepções é importante. Não sou a favor do “não vamos falar de política”. Mas também, salvo exceções extremas, creio que a eleição não deva ser motivo para rompimentos de amizade nem familiares.

Em tempo: se não for possível uma troca saudável de ideias, talvez o melhor seja mesmo dar um tempo.

Duarte Jr (PSB) foi eleito o deputado federal mais votado de São Luís nas eleições deste ano. Com isso ele repetiu o feito de 2018, quando concorreu pela primeira vez e foi o deputado estadual eleito mais bem votado na capital maranhense.

O vereador André Jardins, de Presidente Dutra, tem motivos para estar soltando foguetes: todos os candidatos que apoiou naquele município foram eleitos no domingo. Agora, ele aguarda o segundo turno para ver o desempenho de seu candidato à Presidência.

Se os santinhos têm peso eleitoral, não se sabe, mas peso mesmo, de verdade, têm. A empresa de limpeza urbana coletou toneladas de santinhos pelas ruas de São Luís. O recorde foi em 2020, com mais de 50 toneladas.

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O governador reeleito Carlos Orleans Brandão entre o Repórter PH e o ex-ministro Sarney Filho, na TV Mirante, após a primeira entrevista dada nos estúdios da emissora, após sua retumbante vitória nas urnas (Divulgação)

Brasil partido ao meio

Com o Brasil partido ao meio, serão mais 28 dias de tensão, se a campanha reproduzir o nível de ataques exibido nos momentos derradeiros do primeiro turno.

A impossibilidade de um diálogo civilizado entre partidários de Lula e de Bolsonaro indica que as forças de segurança precisarão ficar atentas para o risco de uma escalada da violência, maior temor de quem defende a democracia.

As pesquisas erraram na projeção dos votos de Bolsonaro. Se é verdade que a votação de Lula esteve na margem de erro do Ipec e do Datafolha, também é verdade que o percentual de Bolsonaro ficou bem abaixo do que os dois indicaram.

Os institutos não conseguiram captar a força do bolsonarismo em São Paulo, onde erraram tanto na posição de Fernando Haddad (PT), que ficou em segundo lugar, atrás de Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), e não em primeiro, quanto na eleição do senador Marcos Pontes, o astronauta.

Os institutos indicavam que o senador eleito seria Márcio França (PSB).

Erros dos outros

Ciro Gomes (PDT): veterano em campanhas presidenciais, o candidato do PDT não conseguiu furar a própria bolha. Teve o azar de entrar numa disputa polarizada, não conseguiu atrair aliados e não soube encantar o eleitor. O voto útil barrou qualquer chance de crescimento e, no final da campanha, Ciro parecia perdido.

Simone Tebet (MDB): a candidatura da senadora nasceu morta, porque foi rifada pelos caciques do próprio partido. Uma parte se aliou de antemão ao ex-presidente Lula, outra se manteve fiel a Bolsonaro.

Simone tinha predicados para ir além dos 4% dos votos, mas assim como Ciro, foi prejudicada pela polarização e pela ideia do voto útil.

Soraya Thronicke (União Brasil): última a entrar na disputa, a candidata apostou em uma nota só, o imposto único, que não tem poder de seduzir eleitores.

Felipe D’Ávila (Novo): entrou e saiu da disputa sem entender que seu tom professoral não convence o eleitor médio e que seu discurso ultraliberal está desconectado da realidade da maioria dos eleitores.

Mineiro campeão de votos

Nas eleições de domingo, veio de Minas Gerais o candidato que teve a maior votação para deputado federal: Nikolas Ferreira (PL). Com apenas 26 anos, Ferreira conquistou 1,47 milhão de votos.

Ele é o terceiro deputado mais votado da história da Câmara, atrás de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), com 1,84 milhão de votos, em 2018, e Enéas Carneiro, que em 2002, conquistou 1,57 milhão de votos.

Nikolas Ferreira é formado em Direito e foi o segundo vereador mais votado em Belo Horizonte. Ele coordena o movimento Direita Minas, divulgado nas redes sociais.

Nobel de pai para filho

O Prêmio Nobel de Medicina, o geneticista sueco Svante Pääbo, é filho de outro ganhador do prêmio há 40 anos, uma raridade no mundo dos Nobel.

Um pai que só via anedoticamente, uma vez que Svante Pääbo nasceu em abril de 1955 em Estocolmo, filho de uma relação extraconjugal do bioquímico sueco Sune Bergström (Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina em 1982). Sua mãe é uma química estoniana, Karin Pääbo.

Além de suas pesquisas sobre o homem de Neandertal, Svante Pääbo revelou a existência de outro hominídeo arcaico diferente e até então desconhecido, o homem de Denisova, que viveu na Sibéria e sobre o qual muitas coisas são desconhecidas, em particular sua data de extinção.

 

Éder Jofre morre aos 86 anos

Em duas oportunidades estive lado a lado com o ex-pugilista e tricampeão mundial de boxe Éder Jofre – uma vez, no Ginásio do Ibirapuera, em SP, quando já aposentado do esporte ele continuou a disputar lutas em forma de exibições, e nessa noite venceu Servílio de Oliveira, o primeiro medalhista Olímpico do Boxe brasileiro. Outra vez, foi no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, quando tive o prazer de apertar a mão daquele que foi um dos meus ídolos da juventude.

Na madrugada de domingo, Éder Jofre morreu aos 86 anos, num hospital paulista, onde lutava contra uma encefalopatia traumática crônica, doença que lhe causava problemas motores e de memória, diagnosticada em 2015.

Chamado de Galo de Ouro, Jofre era considerado o maior boxeador peso galo brasileiro de todos os tempos. E foi campeão mundial da categoria de 1960 a 1965. Em 1966, decidiu se afastar do esporte, mas voltou em 1970, em nova categoria: o peso pena, uma acima do peso galo. Ganhou todos os 25 combates que enfrentou, e parou de lutar em 1976, aos 40 anos.

DE RELANCE

Discrepâncias nas pesquisas

Alguns resultados que saíram das urnas no domingo colidem frontalmente com o indicado pelas pesquisas de intenção de voto de institutos considerados renomados. As discrepâncias observadas na comparação com os números da apuração no domingo estão muito além do razoável

É indispensável que as empresas especializadas, notadamente Ipec – sucessor do Ibope – e Datafolha, com erros por margem muito acima do que suas metodologias aceitam, venham a público se explicar.

As empresas de comunicação sempre deixaram claro, desde o início da cobertura da campanha, que não fazem pesquisas eleitorais. Em todos os pleitos, contratam institutos com experiência e reputação no mercado.

Discrepâncias nas pesquisas...2

Levantamentos do gênero, sempre é importante reforçar, mostram o retrato do momento na disputa pelos votos, e não necessariamente o resultado final.

Eleições são dinâmicas e podem ser alteradas na última hora por fatores como o chamado voto útil ou pela definição dos indecisos em certa direção. Neste episódio, ficou claro que as pesquisas não conseguiram captar os movimentos dos eleitores nas 48 horas anteriores à abertura das urnas.

As discrepâncias observadas na comparação com os números da apuração no domingo estão muito além do razoável.

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Não é apenas a sociedade que merece receber justificativas plausíveis. Como clientes, as empresas contratantes não foram bem atendidas pelos institutos. O intuito da imprensa profissional é levar a melhor informação ao seu público. Se o cenário demonstrado, mesmo às vésperas da eleição, difere em larga escala do escrutínio das urnas, os veículos de comunicação também acabam prejudicados.

Não se põe em dúvida a honestidade dos principais institutos de pesquisa. Os mais tradicionais ergueram a sua reputação exatamente por terem um percentual de acertos, ao longo dos anos, muito acima de erros pontuais. Construíram trajetórias a partir da credibilidade amealhada pelo trabalho em sucessivas eleições. Se, ao contrário, tivessem amplo histórico de imprecisão por larga margem, seriam naturalmente alijados do mercado.

Até por essas razões, urge que busquem compreender o que levou aos erros e informem isso de forma transparente à sociedade.

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Ao longo dos últimos meses, inclusive empresas reconhecidas apresentavam resultados muito diferentes para um mesmo momento da disputa. Sinal de que alguém estava se equivocando.

Surgiram muitas hipóteses para explicar essa situação. Entre elas, a falta de um censo demográfico atualizado. O último é de 2010.

Esse amplo levantamento a cargo do IBGE sobre as características da população não foi realizado em 2020, devido à pandemia, e em 2021, pela insuficiência de recursos repassados pelo governo federal. Só agora, em 2022, está sendo executado.

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Dessa forma, não é possível ter uma estimativa precisa sobre as estratificações sociais em quesitos como renda, escolaridade e religião, camadas utilizadas pelos institutos nos levantamentos e que servem para definir o peso de cada recorte no resultado final.

Urge que os institutos revisem seus processos e metodologias. Devem fazer isso já, a tempo do segundo turno, sob o risco de verem sua credibilidade desmoronar ainda mais.

As empresas do setor têm o dever de prestar um bom serviço ao público, ao eleitor e aos contratantes.

 

Eleição que desperta paixões

A eleição nacional, sem dúvida, é a que desperta as maiores paixões. Mas a despeito do calor do embate, Lula e Bolsonaro têm de ter a consciência de que a grande maioria da sociedade, afastada das franjas radicais, almeja a pacificação.

Os dois líderes populares, portanto, precisam desde já começar a apontar a intenção de apaziguar a nação.

Um país fraturado, como está o Brasil, enfrenta maiores dificuldades para avançar em reformas e na formação de entendimentos que possibilitem a superação de entraves graves que se refletem em áreas como educação, saúde, economia e ambiente.

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É imperioso mencionar outros dois pontos. Em primeiro lugar, merece reconhecimento, outra vez, o trabalho exemplar da Justiça Eleitoral, que com as urnas eletrônicas assegurou uma apuração ágil e um processo de lisura irretocável.

Deve ser celebrado ainda o comportamento dos brasileiros no domingo de eleições. A população deu uma ampla demonstração de maturidade e espírito democrático.

O temor de um significativo número de episódios de violência não se confirmou e, fora algumas intercorrências, como longas filas em algumas seções, a votação transcorreu normalmente.

Que este espírito majoritário de respeito às divergências se repita no segundo turno e contagie os candidatos, seus correligionários e apoiadores mais fiéis.

Se assim for, o maior vencedor será o país.

Votação e contraste

Os eleitores brasileiros garantiram boa votação a candidatos que rejeitaram as orientações de cientistas e autoridades de saúde durante a pandemia do novo coronavírus, mas também asseguraram o mandato de parlamentares que atuaram na CPI da Covid no Senado.

Dois ex-ministros da Saúde do governo Bolsonaro durante a pandemia tiveram destinos distintos. O general Eduardo Pazuello (PL) recebeu 205 mil votos e foi o segundo deputado federal mais votado no Rio.

Por outro lado, o médico Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), demitido por divergir de ordens de Bolsonaro contra o isolamento social, perdeu a disputa ao Senado no Mato Grosso do Sul para a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP), apoiada por Bolsonaro.

No Amazonas e na Bahia, o resultado foi o inverso. Dois integrantes da CPI saíram vitoriosos das urnas. O senador Omar Aziz, presidente da Comissão, foi reeleito para mais oito anos no Senado. Na Bahia, o senador Otto Alencar (PSD) também foi reeleito. Ambos tiveram atuação destacada na comissão.

Recenseamento e mais coleta

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que prorrogará a coleta em campo do Censo Demográfico até o início de dezembro. O trabalho de levantamento de informações em campo, que teve início em 1º de agosto, estava previsto para se estender apenas até o fim de outubro.

O instituto está enfrentando dificuldades para contratar trabalhadores em determinados locais. Em todo o país, o IBGE conta com 95.448 recenseadores em ação no momento, apenas 52,2% do total de vagas disponíveis.

Até 2 de outubro, foram recenseadas 104.445.750 pessoas, em 36.567.808 domicílios, o equivalente a 49% da população estimada no país. No Censo Demográfico de 2010, já tinham sido recenseados à essa altura da coleta 86,9% da população.

 

Trote Solidário do Curso de Medicina da UNDB

A primeira grande lição dos futuros médicos em formação: vale tudo para salvar uma vida!

O Curso de Medicina do Centro Universitário UNDB promove nessa quarta-feira dia 5, das 9h às 18h, uma ampla campanha de doação de sangue. Será um dia inteiro voltado para a solidariedade e um ato que pode salvar muitas vidas.

Trata-se da campanha “Trote Solidário”, uma iniciativa do Curso de Medicina da UNDB em prol do Hemomar, visando aumentar os estoques de sangue que são sempre necessários para a época de fim de ano.

A ação é voltada prioritariamente para todos os alunos e comunidade acadêmica da UNDB, mas também aberta a todos da comunidade externa, que podem e devem participar.

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Vale lembrar que pode doar sangue qualquer pessoa com os seguintes requisitos: adultos entre 18 e 60 anos, acima de 50kg; não possuir nenhum tipo de doença crônica e não ter ingerido bebida alcóolica nas últimas 12h antes da doação.

Quem estiver apto é só comparecer das 9h às 18h na sede da UNDB na Av. Cel. Colares Moreira, 443, no Renascença II.

O que vai ser rápido e sem efeitos colaterais para o(a) doador(a) é na verdade um passaporte para a vida de muitas pessoas, já que uma única doação, cerca de 450 ml de sangue, equivale a uma bolsa de sangue que pode ajudar a salvar até 4 vidas. E quem já doou sangue pode repetir a ação, passados 3 meses da última doação.

 Para escrever na pedra:

“Oposição é como grama de jardim, tem o direito de viver, mas não tem o direito de crescer”. De João Agripino, político paraibano.

TRIVIAL VARIADO

No Maranhão, até o começo da tarde de ontem nenhum dos candidatos derrotados na eleição para chefe do Executivo estadual, teve o gesto civilizado e democrático de cumprimentar o governador eleito Carlos Brandão. Ele nada comentou, mas deve ter registrado a falta de elegância dos concorrentes.

Está provado: sobrenomes não bastam. As urnas mostraram que ser herdeiro de um sobrenome de político famoso não basta para um bom desempenho nas eleições. Dos filhos, netos e sobrinhos de políticos tradicionais que concorreram em todo o país, a grande maioria ficou pelo caminho.

PL lidera eleições na Câmara dos Deputados, seguido por federação encabeçada pelo PT. Nova Pádua é o município mais bolsonarista do Brasil; cidade do Piauí dá maior votação a Lula.

Quatro anos depois, Nova Pádua, na serra gaúcha, voltou a ser a localidade mais bolsonarista do Brasil. A cidade deu a Jair Bolsonaro (PL) a maior votação percentual entre todos os municípios do país no primeiro turno das eleições de 2022.

Já a vitória mais folgada de Lula em todo o Brasil ocorreu na cidade de Guaribas, no Piauí. Lá, o petista fez 2.966 votos, ou seja, 92,14% do total. Bolsonaro fez 180 votos (5,59%).

Na lista da Forbes dos 10 estados com mais bilionários no Brasil, o Maranhão comparece com quatro nomes. Um deles é o dono do Mateus, Sr. Ilson Mateus.

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CASAL de grande charme no jantar de sábado no Grand Cru: Vanessa, que estava comemorando nova idade, de Dimas Salustiano (Divulgação)

À espera de um “milagre”

O Brasil decidiu, ontem, levar a eleição presidencial mais polarizada dos últimos anos para o segundo turno. Ainda que o ex-presidente Lula da Silva tenha ficado à frente do atual presidente, Jair Bolsonaro, nada está definido.

Começa, agora, uma nova campanha. Zero a zero. Bola ao centro.

É hora de respirar fundo, acalmar ânimos e torcer para que, nas próximas quatro semanas, por algum “milagre”, o nível do debate melhore. Não é no grito que se vence – ou pelo menos não deveria ser assim.

Dos candidatos e de seus seguidores, espera-se que deem uma chance ao diálogo e à civilidade. Basta de bate-boca.

Que bom seria poder aprofundar propostas, esclarecer dúvidas e discutir o futuro do país de verdade, sem “lacração”. Uma trégua cairia bem.

Mas a verdade é que tudo aponta para o contrário: mais exaltação, mais brigas, mais baixaria, mais mentiras. É como se aquele último (e horrendo) debate da TV Globo, na semana passada, seguisse rodando em eterno “looping”.

É uma pena. No fundo, todos nós perdemos.

À espera de um “milagre”...2

A guerra fratricida em curso não é boa para o país e ofusca o mais importante, que são os planos de governo – aliás, você por acaso sabe o que cada um dos concorrentes propõe para áreas como saúde e educação?

O Brasil ainda tem um caminhão de problemas por resolver, e o excesso de certezas (que faz com que cada lado se considere moralmente superior ao outro) faz mal à sociedade.

É hora de focar nas propostas e deixar claro que não haverá “cheque em branco”. É hora, também, de baixar o tom, porque, afinal, um dos lados sairá vencedor no dia 30.

O pior que pode acontecer ao país é seguir no caminho da instabilidade, do ódio e da intolerância. Precisamos de paz. Precisamos recomeçar.

Tranquilidade no Maranhão

Na madrugada de hoje foi concluída a eleição no estado do Maranhão. O resultado foi confirmado na sede do Tribunal Regional Eleitoral pela presidente Angela Salazar e pelo corregedor José Luiz de Almeida.

Nas eleições 2022, a disputa foi para deputado (a) federal, deputado (a) estadual, senador (a), governador (a) e presidente. Venceu para governador Carlos Brandão com 1 milhão 769 mil 187 votos (51,29%) e para senador Flávio Dino com 2 milhões 125 mil 811 votos (62,41%).

O eleitorado que compareceu às urnas foi de 3 milhões 918 mil 212 eleitores (77,79%) e a abstenção foi de 1 milhão 118 mil 518 eleitores (22,21%)

No Maranhão, das quase 17 mil urnas eletrônicas (contando com as de contingência), 98 foram substituídas e os 65 postos avançados de transmissão (PATs) comunicaram com rapidez os resultados.

Torneio SESI de Robótica

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) e diretor regional do SESI Maranhão, Edilson Baldez das Neves, lançou na última quinta-feira, na Casa da Indústria Albano Franco, a temporada “Super Powered” do Festival SESI de Robótica – Regional do Maranhão.

A etapa faz parte do Torneio SESI de Robótica FIRST Lego League (FLL). 

Torneio SESI de Robótica...2

Na abertura do evento, Edilson Baldez enfatizou a importância da robótica em sala de aula e disse que a educação precisa acompanhar o ritmo de avanços tecnológicos que o mundo oferece.

O superintendente do SESI-MA, Diogo Lima apresentou as novidades do torneio com destaque que vão elevar, ainda mais, o nível da Robótica, coordenada pelo SESI Maranhão.

Entre os destaques uma nova equipagem de competição, inovação no apadrinhamento das equipes de escolas públicas, um tênis personalizado e criado por uma indústria de calçados exclusivamente para o torneio e uma nova pista de F1 School. 

Cozinha regional no Wine

Apaixonado por gastronomia e há mais de 14 anos conectado à culinária regional maranhense, Danilo Dias é um dos profissionais de know-how que abrilhantará a edição 2022 do Wine Celebration, confirmado para o dia 7 de outubro, às 21h, no Palazzo Eventos, no bairro Araçagi.

Atualmente, o Chef está à frente do Restaurante Flor de Vinagreira, um dos espaços de referência no Centro Histórico de São Luís e que privilegia o cardápio tradicional.  Danilo, diga-se de passagem, é talentoso e muito criativo.

Ele iniciou a carreira no restaurante Feijão de Corda, onde coordenou a cozinha por uma década. Além disso, participou de concursos como “Cozinheiro da Turma Philadelphia”, em 2013, tendo sido selecionado entre os dez melhores do país.

 DE RELANCE.

Brasil racha nas urnas

O ex-presidente Lula (PT) e o presidente Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, protagonizam pleito mais radicalizado das últimas décadas

O Brasil rachou, mais uma vez. A população terá de segurar a ansiedade por quase um mês para saber quem conduzirá o país pelos próximos quatro anos.

Direita e esquerda vão disputar voto a voto a cadeira presidencial, num universo de mais de 100 milhões de eleitores que retornarão às urnas em 30 de outubro.

Já tinha ocorrido em 2018. O cenário se repetiu agora, só que com sinal invertido. No pleito de ontem, após a campanha mais radicalizada das últimas décadas em termos ideológicos, o ex-presidente Lula saiu na frente na disputa na luta contra seu rival, o atual presidente Bolsonaro (PL).

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Lula não ganhou no primeiro turno, como previam algumas pesquisas de intenção de voto, que erraram feio mais uma vez. Nem Bolsonaro fez 60% dos votos, como ele próprio alardeava que faria. A realidade é de que os brasileiros mostram profunda divisão sobre qual modelo deve ditar os rumos da economia, dos costumes, das relações internacionais e do cotidiano político do país.

O racha mostra que vem pela frente uma disputa voto a voto, de fundo ideológico.

Fosse em termos de divisão geográfica do país, Bolsonaro teria motivos para comemorar. Venceu em três das cinco regiões, perdendo para Lula apenas no Norte e Nordeste. Acontece que número de regiões não é percentual de voto. Os nordestinos representam o segundo maior colégio eleitoral do país e, aqui, o candidato do PT continua soberano.

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Outro motivo de celebração dos bolsonaristas é de que ex-ministros e apoiadores garantiram espaço eleitoral, país afora. As ex-ministras Tereza Cristina (Agricultura) e Damares Alves (Direitos Humanos) e o ex-ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) se elegeram senadores. O ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde) foi eleito deputado federal. E o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) saiu na frente na corrida para governador no Estado mais populoso do país, São Paulo.

Foram eleitos também, no Paraná, outros dois ex-simpatizantes de Bolsonaro, os protagonistas da operação Lava-Jato: o ex-juiz Sérgio Moro (e ex-ministro do atual presidente) para senador, pelo União Brasil, e o ex-procurador da República Deltan Dalagnoll (Podemos), para deputado federal.

A chamada terceira via da política não decolou e virou coadjuvante, com 4,17% dos votos para Simone Tebet (MDB) e 3,05% para Ciro Gomes (PDT). O decréscimo da intenção de voto nos dois coincide com o aumento na tendência de votos em Bolsonaro. Sinal de que o voto útil pode ter migrado mais para Bolsonaro do que para Lula, na reta final da campanha.

Retomada

Na história do Brasil Lula já é duas vezes único. Desde que os portugueses aqui chegaram, de Tomé de Souza até hoje, ele é o único governante que veio da ralé, das camadas mais pobres da população. E também é o único que foi preso acusado de corrupção.

Bolsonaro também é único. É o único que sem partido, sem traquejo no jogo político, elegeu-se presidente da República também de forma única, sem abrir a boca nos últimos 30 dias antes do pleito, ganhando as atenções de todas as mídias e por motivo justo.

A disputa polarizou entre os dois que mais uma vez são candidatos a serem únicos. Se ganhar Lula, vai se tornar o único brasileiro a comandar o governo do país por três vezes, em todas pelo voto. E Bolsonaro, se ganhar, será o único a chegar lá fazendo um discurso ostensivamente de direita.

O pior único – Lula também é o único a disputar a presidência da República sete vezes. Perdeu as quatro primeiras, ganhou as duas últimas.

Simone e Ciro

No meio desse tiroteio estão Ciro Gomes, que nunca foi um presidenciável competitivo, e a senadora Simone Tebet (MDB), esta sim, o fato novo da vez.

Ela entrou no cenário federal para ficar? Eis a questão.

Lula já está com 77 anos, Bolsonaro com 66, Ciro vai completar 65 em novembro e Simone tem apenas 54.

Isso é um indicativo de que em 2026 poderemos ter novos atores no palco, ela inclusa.

 

 

Para escrever na pedra:

“Político é o indivíduo que pensa uma coisa, diz outra e faz o contrário”. Do paraibano João Agripino.

 TRIVIAL VARIADO

Os resultados revelados pelas urnas nas eleições de ontem apresentaram diferenças significativas em relação às mais recentes pesquisas divulgadas por tradicionais empresas do setor no país como Ipec e Datafolha.

Em nível nacional, Ipec e Datafolha se distanciaram principalmente dos percentuais obtidos por Jair Bolsonaro (PL).

Repetindo a polarização da última eleição, o Brasil decidirá no dia 30 de outubro entre um candidato do PT e Jair Bolsonaro. Em 2018, o adversário do presidente foi Fernando Haddad. Agora, será o ex-presidente Lula da Silva

A mobilização de brasileiros que vivem no Exterior para votar na eleição presidencial, ontem, surpreendeu o mundo. Em Lisboa, um amigo do PH testemunhou o fenômeno.

Ele atribui o boom de eleitores ao avanço da imigração nos últimos anos e à força das campanhas de estímulo à participação, tanto envolvendo bolsonaristas quanto petistas. As filas saíam da Faculdade de Direito de Lisboa e chegavam até a porta do metrô. Foi impressionante.

 (Divulgação)

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A PRIMAVERA já começa a dar sinais de beleza aqui nos trópicos. Por toda a vegetação está visível o viço da temporada. Nesta semana, durante o pôr do Sol, na Península da Ponta d´Areia, brilhou o sorriso de alegria e simpatia de Roseana Sarney, que é o destaque de Capa do PH Revista neste fim de semana

Cheiros da civilização

Nesta atmosfera pouco cheirosa em que vivemos, a poucas horas das eleições, sinto falta do cheiro da maresia e do som das ondas marulhando a borda das canoas ancoradas no antigo Cais da Sagração ou na rampa Campos Melo.

Aliás, o centro histórico de São Luís está cercado por tapumes, em obras, espera-se que não sejam eternas como costuma ser o ritmo das obras públicas no Brasil.

Antigamente o local era banhado pelo mar, predominavam o aroma das ostras, algas e da tinta fresca dos barcos pesqueiros, amarrados ao cais próximo ao Mercado das Tulhas, descarregando peixe. Outras antiguidades o tempo levou.

Onde estão os barzinhos do Mercado, endereço do melhor peixe-pedra frito e do melhor camarão frito com farinha d´água? Entre suas mesas toscas e nem sempre higienizadas, fluía o mais genuíno papo da “boêmia”, entre chopes bem tirados e doses de tiquira. As pessoas se queriam bem, mesmo falando de política, em alto grau de civilidade.

Itapary é daqueles que sente falta do Senadinho do Largo do Carmo e do seu cívico banco tribunalício, ao lado do relógio que teima em não atualizar as horas e minutos, hoje sem os velhos bancos de madeira, configurando um Senado sem plenário. Onde estão os cavalos brancos (e baios) de Napoleão, valentes puxadores das carruagens da nossa infância? Onde estão os trapiches do rio Anil, promontórios que nas manhãs ensolaradas acolhiam os gazeteiros do Colégio São Luís?

Há nas ruas do centro histórico uma horda apressada e desconhecida, exército em marcha batida para os apinhados terminais de ônibus do centro. Sequer providenciaram uma passagem subterrânea para essa gente destemida e escandalosamente jovem, como a nova cidade que se ergue sobre os cheiros da antiga.

A barca

1 Dia desses, numa roda de amigos, o poeta e escritor Joaquim Itapary comentava, com a autoridade de quem já foi político e exerceu altos cargos na administração pública do Maranhão e do Brasil – de secretário a ministro de Estado –, que sobretudo em nosso estado, certas palavras, com a fragmentação dos partidos, perderam a boa semântica.

E pontuava, sem esconder uma certa  desolação, que, aos poucos, a vida política terá que reaprender o sentido da palavra “oposição”. Havia menos ódio e mais fair play, mas o ritual das vitórias e derrotas importava em doses igualitárias de soberba e zombaria. Depois de uma semana de apuração, os resultados começavam a apontar para vencedores e derrotados:

– Vai acabar! – trombeteava o vencedor, triunfante.

E arrematava, eufórico:

– Acabou a mamata! Vão procurar o que fazer!

O funcionário estável olhava com certo desdém os “temporários” do partido derrotado – PSD ou UDN – e, sádico, anunciava a partida da “barca”. Como uma gralha, exortava:

– Limpem as gavetas! “Vai acabá!”

 2 Perder uma eleição no tempo dos velhos partidos era uma provação e uma “ciência”. A derrota chegava aos poucos, em boletins narrados entre hinos e fanfarras. A “barca” era a instituição mais temida pelos litigantes.

Significava a perda da boquinha dos cargos comissionados, a crueldade das gozações impressas pipocando nos jornais vencedores:

– Parte hoje, do Cais da Sagração, a barca do PSD (ou da UDN), tendo no timão o candidato fracassado e como “lastro” duas centenas de puxa-sacos, agora obrigados a trabalhar para ganhar suas vidinhas.

Um deputado só tinha certeza da eleição depois de uma semana, entrando e saindo da lista dos ungidos. Os votos pingados salvavam ou crucificavam o candidato, logo “rotulado” pelo povão:

– Entrou na “legenda”.

Equivalia a um mandato de segunda categoria, principalmente se o cidadão se elegia com algumas dezenas de votos, como permite o esdrúxulo sistema proporcional.

Era a segunda metade dos anos 1960, a “Revolução” já obscurecia o horizonte do Brasil, mas os antigos partidos ainda gozavam de uma sobrevida, até que o general Castelo Branco lhes cortou o pescoço – certamente por falta de confiança no próprio.

3 Conheci essa época do Charleston da política, a atmosfera romântica de um tempo em que a fidelidade partidária, mais do que uma fé, era um dogma. Uma eucaristia cultivada pelos caciques, mas detestada pelos índios da redação, cuja vocação era mesmo a do espanhol da piada:

Se hay gobierno, soy contra!

Um debate para ninguém esquecer

Desde a retomada das eleições diretas, o Brasil não tinha assistido a um debate como esse da TV Globo, que reuniu sete candidatos de partidos com pelo menos cinco representantes no Congresso na noite de quinta-feira.

Por mais de três horas, quem resistiu à maratona assistiu a um festival de ataques, grosserias e distorções, refletindo o clima das ruas nestes dias que antecedem a eleição.

Perdeu-se uma oportunidade preciosa para debater propostas, apesar de o regulamento prever dois blocos de perguntas com temas sorteados.

Nunca se viu um debate tão tenso e com tantos direitos de resposta. Dez foram concedidos e nem sempre usados para responder a uma acusação pessoal, como previa a regra.

Quem esperava que Bolsonaro se descontrolasse errou a aposta. Ele e Lula repetiram os ataques do horário eleitoral. Lula começou nervoso e perdeu o controle quando foi provocado pelo Padre Kelmon, que entrou da disputa como substituto de Roberto Jefferson para isso mesmo: tumultuar.

DE RELANCE

Novos tempos em São Luís

Quando alguém, a partir da faixa dos setentões – é aí que eu transito –, conta como andava pela São Luís do começo da segunda metade do século passado, alta madrugada, a pé, de quarteirão em quarteirão, sem sequer imaginar que pudesse ser assaltado, é logo chamado de saudosista romântico que não entende os novos tempos.

Os novos tempos, então, são festejados como novos porque deles não são as noites dos boêmios passeadores, mas dos marginais (não confunda com marginalizados) salteadores?

Pois é exatamente isso o que está ocorrendo. Somos levados não a pensar em voltar para a civilização que existiu, mas a nos adaptar com a barbárie que faz tremer até mesmo aos raros policiais que são mantidos em ronda sob alto risco e baixos salários.

Assim são emolduradas, com certeza, as noites – os dias não muito diferentes – das principais cidades do Maranhão.

Privilégio para poucos

A violência e a criminalidade, hoje, são fenômenos que, na mídia eletrônica, âncoras se consagram ao projetar a bandidagem com um linguajar policialesco e de forma hipócrita fundado em princípios da moral e dos bons costumes.

Nos canhões mais poderosos da mídia impressa há veículos pretensamente austeros que trabalham os crimes que envolvem pessoas de fina estirpe e deixam para suas publicações povoeiras as execuções, os assaltos de rua, as chacinas que fazem a rotina das periferias.

Enfim há violência para o gosto de todos os segmentos e segurança privilegiada para os poderosos.

Andar pela cidade em alta madrugada, sem o cerco de bandidos, é privilégio de cães vadios e pássaros noturnos.

Candidatos desconhecidos

São em bom número os candidatos registrados no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão que disputam as eleições deste ano no Maranhão, mas poucos conhecidos da população de São Luís.

A grande maioria é de pessoas sem identificação com os problemas maranhenses, portanto, ignoradas ou desconhecidas do eleitorado.

Quem tem a pachorra de assistir aos programas patrocinados pela Justiça Eleitoral, desencanta-se com o elenco de candidatos sem mensagem e nenhum serviço prestado à população.

Tempos bons aqueles em que o povo conhecia os candidatos e sabia o que, se eleitos, poderiam fazer pela melhoria das condições de vida da população.

Em nome de Deus

Muitos candidatos às eleições deste domingo fazem campanhas usando o nome de Deus e  invocam a Bíblia, ainda que nunca a tenham lido.

Deus e política não se misturam, mas os candidatos insistem em clamá-Lo,  no afã de conquistarem votos de pessoas puras de coração.

Se Deus fosse vingativo, mandava para o inferno os políticos que falam em nome Dele.

 

AmoVinho no Parque Shalon

Quem ainda não conhece, certamente não sabe o que está perdendo. A casa de vinhos Ame Vinho, de Almistron Marinho, no Parque Shalon, é espetacular.

Bons e raros vinhos, alguns com a marca da casa produzidos no Rio Grande do Sul, sala de degustação, sala de convivência e um bistrô pilotado pelo Chef Márcio Frazão fazem a diferença.

Bonito local, muito bem frequentado e a simpatia de Almistron, um pedreirense apaixonado por vinhos.

Na quinta-feira foram vistos por lá, Tânia (leia-se Centro Elétrico) e Pedro Milhomem, o cirurgião plástico Leonardo Brito e seu pai Pedro Filho Brito, entre muitos outros.

Laura Rosa

Nascida em São Luís no dia 1º de outubro de 1884, a poeta Laura Rosa (morreu Caxias no dia 14 de novembro de 1976) foi uma professora, poeta, contista e conferencista maranhense. Usava o pseudônimo de Violeta do Campo.

Neste sábado completa 138 anos do seu nascimento daquela que foi a primeira mulher eleita para a Academia Maranhense de Letras.

Laura Rosa é fundadora da cadeira 26, atualmente ocupada pelo acadêmico Carlos Gaspar.

Festa da Juçara

Deve-se à competência e empreendedorismo da inesquecível professora Rosa Mochel a iniciativa da criação da Festa da Juçara em São Luís.

O evento foi iniciado no começo da década de 1970, na gestão do prefeito Haroldo Tavares, que a convidou para comandar a Secretária de Educação e Ação Comunitária.

Desde aquela época a Festa da Juçara vem se realizando em Maracanã, onde essa fruta amazônica, nativa e de sabor inigualável, é produzida em abundância.

 Este ano, mais uma vez, os apreciadores da deliciosa fruta poderão saboreá-la com o ritual que ela merece e exige, durante o mês de outubro que está começando neste sábado.

Guerra aos políticos

Hoje, por causa da onda crescente de corrupção na classe política brasileira, parte da sociedade defende a esdrúxula tese de que só há um remédio para nos salvar: acabar com a classe política.

Quem imagina que tal sentimento é coisa do presente, comete um erro palmar.

O poeta Olavo Bilac, em 1915, portanto há 105 anos, com o ardor cívico que o dominava, chegou ao extremo de pregar a deflagração de uma guerra estrangeira para destruir a classe política.

Eis um trecho de seu estapafúrdio discurso: “Só há um meio de destruir essa máquina política que aí está, e que é toda a desgraça do Brasil. Uma guerra de que saíssemos vitoriosos, seria para nós infelicidade ainda maior, porque consolidaria ainda mais, nas posições que hoje desfruta, essa camarilha que explora o país”.

Nomes exóticos

Há pessoas que registram suas candidaturas na Justiça Eleitoral com nomes exóticos, pitorescos ou apelativos, no pressuposto de polarizarem as atenções do eleitorado.

Ledo engano. O eleitor pode até achar graça do gesto do candidato, mas na hora de votar dá a ele o tratamento merecido: rejeita-o inapelavelmente, pela falta de criatividade.

À guisa de ilustração, vejamos alguns candidatos registrados ao longo dos últimos anos na Justiça Eleitoral do Maranhão, que não respondem pelas certidões de nascimento: Chico Arara, Chocolate, Bonitão, João do Sítio, Wilson Bozó, Augustin Carrara, Nava Gesso, Zé da Esquina, Teresinha do Guaraná, Gato Felix, Tião Moita, Lamparina, Roni Aleluia, Sousa Bizu, Bentivi, Capitão Cloroquina e Maresia.

Existem muitos outros que a minha memória, já cansada, não consegue lembrar.

Réveillon nos jardins do Blue Tree

Depois de um hiato em decorrência da pandemia, o Réveillon Sunrise, que sempre reúne um público numeroso, está confirmado para 31 de dezembro nos jardins do Blue Tree Hotel, no Calhau.

O evento será realizado pela Pororoca Produções, em parceria com Reprise Produções e Acontece Produções.

Uma das atrações já confirmadas é o cantor, compositor, produtor e sanfoneiro Dorgival Dantas, um dos artistas representantes da região Nordeste mais aplaudidos e queridos no Brasil.

Para escrever na pedra:

“Futebol se joga no estádio? Futebol se joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma”. De Carlos Drummond de Andrade.

TRIVIAL VARIADO

O brasileiro vai votar para presidente da República neste domingo diante de um cenário mais radicalizado do que o de 2018. Driblando adversidades, Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva conseguiram manter a polarização.

E os resultados das últimas pesquisas de intenção de voto aumentam a expectativa sobre o julgamento do eleitor a respeito de ambos no domingo.

Uma dúvida comum antes das eleições é: preciso levar o título de eleitor na hora de votar? A resposta é não. Contudo, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto no local da votação.

Quais documentos? Entre esses documentos aceitos, estão carteira de identidade, carteira nacional de habilitação (CNH), passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista e carteira de trabalho.

Presenças de grande charme no jantar de ontem no restaurante Cabana do Sol: o cardiologista Bonifácio Barbosa com a família. Ele exibindo a nova cabeleira, depois de um implante capilar que renovou bastante sua aparência.

 (Divulgação)

Eulálio eAllysson Ribeiro (Divulgação)

O juiz de Direito – e compositor nas horas vagas – está disputando o concurso da Escola de Samba Estácio no Rio de Janeiro para escolha do samba-enredo que a escola levará para a avenida no Carnaval de 2023.

Ele é coautor do samba inspirado no enredo “São João de São Luís do Maranhão, Acenda a fogueira do meu coração".

O samba é uma parceria de Gilvan Mocidade / Eulálio Figueiredo/ Zé Lopes e Walasse Godinho. Eis a letra:

“Lá do alto, desceu pra uma ilha encantada/ padroeiro e festeiro/ fez de lá grande terreiro/ em noite iluminada/ imenso mar de magia/ de mistério e tradição/ canta, dança, vem tocar matraca e pandeirão/ crioula de São Benedito/ veja como é tão bonito/ o Largo de São Pedro e a procissão...

... tem bumba meu boi/ roda, gira no lelê/ no desfile do João Paulo/ só vai dá eu e você (bis)

A madrugada chegou/ lua já se escondeu/ meu novilho “urrou”!/ é hora de guarnicê/ balança...a tua barra no terreiro/ vem...Mãe Catirina traz a luz do candieiro/ pra enfeitar de bandeirinhas a cidade/ bordei os santos/ na copa do meu chapéu/ assim na terra como no céu...

...lá vem a Estácio, amor!/ vem “ca curiá” eu vou!/ é São João em São Luís do Maranhão/ acenda a fogueira do meu coração (bis)”.

O intérprete do samba é Allysson Ribeiro, que hoje cedo viajou para o Rio de Janeiro.

 

Cheiros da civilização

Nesta atmosfera pouco cheirosa em que vivemos, a poucas horas das eleições, sinto falta do cheiro da maresia e do som das ondas marulhando a borda das canoas ancoradas no antigo Cais da Sagração ou na rampa Campos Melo.

Aliás, o centro histórico de São Luís está cercado por tapumes, em obras, espera-se que não sejam eternas como costuma ser o ritmo das obras públicas no Brasil.

Antigamente o local era banhado pelo mar, predominavam o aroma das ostras, algas e da tinta fresca dos barcos pesqueiros, amarrados ao cais próximo ao Mercado das Tulhas, descarregando peixe. Outras antiguidades o tempo levou.

Cheiros da civilização...2

Onde estão os barzinhos do Mercado, endereço do melhor peixe-pedra frito e do melhor camarão frito com farinha d´água? Entre suas mesas toscas e nem sempre higienizadas, fluía o mais genuíno papo da “boêmia”, entre chopes bem tirados e doses de tiquira. As pessoas se queriam bem, mesmo falando de política, em alto grau de civilidade.

Itapary é daqueles que sentem falta do Senadinho do Largo do Carmo e do seu cívico banco tribunalício, ao lado do relógio que teima em não atualizar as horas e minutos, hoje sem os velhos bancos de madeira, configurando um Senado sem plenário. Onde estão os cavalos brancos (e baios) de Napoleão, valentes puxadores das carruagens da nossa infância? Onde estão os trapiches do rio Anil, promontórios que nas manhãs ensolaradas acolhiam os gazeteiros do Colégio São Luís?

Cheiros da civilização...2

Há nas ruas do centro histórico uma horda apressada e desconhecida, exército em marcha batida para os apinhados terminais de ônibus do centro.

Sequer providenciaram uma passagem subterrânea para essa gente destemida e escandalosamente jovem, como a nova cidade que se ergue sobre os cheiros da antiga.

A barca (ou o foguete?)

1 Dia desses, numa roda de amigos, o poeta e escritor Joaquim Itapary comentava, com a autoridade de quem já foi político e exerceu altos cargos na administração pública do Maranhão e do Brasil – de secretário a ministro de Estado –, que sobretudo em nosso estado, certas palavras, com a fragmentação dos partidos, perderam a boa semântica.

E pontuava, sem esconder uma certa  desolação, que, aos poucos, a vida política terá que reaprender o sentido da palavra “oposição”. Havia menos ódio e mais fair play, mas o ritual das vitórias e derrotas importava em doses igualitárias de soberba e zombaria. Depois de uma semana de apuração, os resultados começavam a apontar para vencedores e derrotados:

– Vai acabar! – trombeteava o vencedor, triunfante.

E arrematava, eufórico:

– Acabou a mamata! Vão procurar o que fazer!

O funcionário estável olhava com certo desdém os “temporários” do partido derrotado – PSD ou UDN – e, sádico, anunciava a partida da “barca”. Como uma gralha, exortava:

– Limpem as gavetas! “Vai acabá!”

2 Perder uma eleição no tempo dos velhos partidos era uma provação e uma “ciência”. A derrota chegava aos poucos, em boletins narrados entre hinos e fanfarras. A “barca” era a instituição mais temida pelos litigantes.

Significava a perda da boquinha dos cargos comissionados, a crueldade das gozações impressas pipocando nos jornais vencedores:

– Parte hoje, do Cais da Sagração, a barca do PSD (ou da UDN), tendo no timão o candidato fracassado e como “lastro” duas centenas de puxa-sacos, agora obrigados a trabalhar para ganhar suas vidinhas.

Um deputado só tinha certeza da eleição depois de uma semana, entrando e saindo da lista dos ungidos. Os votos pingados salvavam ou crucificavam o candidato, logo “rotulado” pelo povão:

– Entrou na “legenda”.

Equivalia a um mandato de segunda categoria, principalmente se o cidadão se elegia com algumas dezenas de votos, como permite o esdrúxulo sistema proporcional.

Era a segunda metade dos anos 1960, a “Revolução” já obscurecia o horizonte do Brasil, mas os antigos partidos ainda gozavam de uma sobrevida, até que o general Castelo Branco lhes cortou o pescoço – certamente por falta de confiança no próprio.

3 Conheci essa época do Charleston da política, a atmosfera romântica de um tempo em que a fidelidade partidária, mais do que uma fé, era um dogma. Uma eucaristia cultivada pelos caciques, mas detestada pelos índios da redação, cuja vocação era mesmo a do espanhol da piada:

Se hay gobierno, soy contra!

DE RELANCE

Debate e audiência

Os maranhenses, assim como grande parte dos brasileiros, foram dormir tarde ontem. É que a Globo exibiu o último debate entre candidatos à Presidência da República antes do pleito deste domingo.

Nem mesmo a emissora imaginava que a longa conversa entre os postulantes renderia sua maior audiência no horário desde fevereiro de 2005 no âmbito nacional.

O encontro registrou 25 pontos na prévia de audiência do PNT, Painel Nacional de TV, da Kantar Ibope Média, que mensura as 15 regiões metropolitanas de maior consumo do país.

Isso significa, em média, 17,8 milhões de pessoas.

Debate e audiência 2

Foi o debate de primeiro turno com maior público desde 2006, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi ao segundo turno com Geraldo Alckmin, hoje candidato a vice na chapa do petista, que venceu aquele pleito.

Na Grande São Paulo, o encontro entre Bolsonaro, Lula, Ciro Gomes, Simone Tebet, Soraya Thronicke e Kelmon manteve-se nos 30 pontos de audiência ao longo de seus primeiros 45 minutos.

Nesse trecho inicial, o patamar já superou o dobro do saldo obtido na mesma faixa horária na quinta-feira anterior, 22, na mesma região.

Um debate como nunca se viu

Desde a retomada das eleições diretas, o Brasil não tinha assistido a um debate como esse da TV Globo, que reuniu sete candidatos de partidos com pelo menos cinco representantes no Congresso.

Por mais de três horas, quem resistiu à maratona assistiu a um festival de ataques, grosserias e distorções, refletindo o clima das ruas nestes dias que antecedem a eleição.

Perdeu-se uma oportunidade preciosa para debater propostas, apesar de o regulamento prever dois blocos de perguntas com temas sorteados. 

Um debate como nunca se viu...2

A verdade é que nunca se viu um debate tão tenso e com tantos direitos de resposta – nem sempre usados para responder a uma acusação pessoal, como previa a regra.

Quem esperava que Bolsonaro se descontrolasse, errou a aposta. Ele, o presidente, seguiu o roteiro traçado pelo filho Carlos Bolsonaro: tentar atacar Lula sem trégua. Chamou o adversário de ladrão, mentiroso, ex-presidiário. Foi chamado por Lula de corrupto, incompetente, mentiroso.

Os dois repetiram os ataques do horário eleitoral. Lula começou nervoso e perdeu o controle quando foi provocado pelo padre-candidato, que entrou da disputa para isso mesmo: tumultuar.

Festa da democracia

A festa da democracia em São Luís, ou seja, a comemoração do resultado final das eleições 2022 será no Casarão Colonial, cuja programação terá início às 18h, uma hora depois do encerramento da votação.

Este ano, tudo indica que a apuração será concluída mais cedo, o que pressupõe festas também mais cedo e mais duradouras.

É por isso que a programação no endereço festivo da Rua Afonso Pena, no Centro Histórico de São Luís, reunirá Bruno Shinoda, CDC e convidados (Ivan Marques e Marlon Reis), e o DJ Arsênio Filho.

Itaú Cultural

A partir do dia 1º, sempre aos sábados, a Expedição Brasiliana – realizada no Espaço Olavo Setubal, junto da Coleção Brasiliana, inspiração para essa atividade –, traz novas buscas para a petizada.

No dia 2, tem diversão on-line no Palco Virtual Ancestralidades, com a peça “Olha o olho dos meninos”, do Grupo Bricoleiros, ficando no ar até dia 30.

No próprio Dia das Crianças, 12, a Sala Itaú Cultural apresenta o espetáculo musical “Mundo Aflora”, com os músicos brincantes Angelo Mundy e Flora Poppovic.

Na mesma data, o projeto “Contos e cantos da Guiné Bissau”, da Cia Oya Ô, leva para o andar térreo da organização histórias africanas lúdicas que refletem sobre a sociedade. 

 

Indicação à Câmara

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva prometeu, se for eleito, apoiar a reeleição de Rodrigo Pacheco no comando do Senado e a eleição da maranhense Roseana Sarney para presidir a Câmara.

São costuras por apoio nesta reta final da campanha.

Lula sabe que, se for eleito, precisará de um Congresso amistoso para governar, especialmente se conseguir derrubar o orçamento secreto via Supremo.

A ideia é voltar ao modelo antigo de execução orçamentária via ministérios, entregando aos aliados as pastas com maior verba.

Para escrever na pedra:

“Democracia com fome, sem educação e saúde para a maioria, é uma concha vazia”. De Nelson Mandela. 

 TRIVIAL VARIADO

As primeiras imagens feitas pelos telescópios James Webb e Hubble da colisão da espaçonave Dart, da Nasa, com um asteroideindicam impacto muito maior que o esperado.

Uma vergonha: tradicional palco para ajudar o eleitor a escolher presidentes da República, o debate na TV Globo foi marcado por ataques e xingamentos, que resultaram em sequência de pedidos de resposta,

O mês que se inicia marca a campanha de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama – e isso não vale só para humanos. Os animais também merecem cuidados.

Duas amigas muito queridas mudam de idade hoje: a viúva Maria Helena Castro, que reunirá amigos no fim da tarde para festejar a data, no Jardim Eldorado, e Ana Amélia Santos (esposa de Maurício Macedo Santos), que por motivo de saúde não fará festa.

Os amigos do empresário Luiz Carlos Cantanhede Fernandes comemoram. Depois do sufoco decorrente de uma grande cirurgia robótica, a biópsia deu negativa e já na próxima semana ele receberá alta e, logo logo, regressará a São Luís.

De 17 a 20 de novembro, a Faculdade de Negócios Faene, no Residencial Pinheiro, vai reeditar o curso de extensão sobre Docência, Inovação na Aprendizagem e Didática Universitária.

As aulas serão conduzidas pelos professores Ricardo Carreira e Elaine Sousa. O curso passou dois anos e meio sem ser oferecido à comunidade e está sendo retomado. A divulgação terá início em outubro.