PH | COLUNA SOCIAL

Pergentino Holanda

14/10/2019

Caindo de maduro
O envelhecimento da população do Maranhão pode ser uma boa ou uma má notícia. Depende do que a gente fizer com ela.
Entre todas as transformações impulsionadas pela mudança do perfil de idade dos maranhenses, uma é especialmente intrigante: os efeitos no mercado de trabalho.
Na semana passada saiu publicado na imprensa um artigo da diretora de uma rede global de universidades amigas dos 60+, a irlandesa Christine O´Kelly.
Ela alerta para as imensas oportunidades que as equipes multigeracionais produzem para as empresas. O desfio é formar gestores preparados para liderar grupos plurais, não apenas nos aspectos mais debatidos nos últimos anos – gênero e raça –, mas também em idades.
Os mais jovens trazem energia e rebeldia. Os mais experientes, ponderação, memória e sabedoria. Seria a mistura ideal, não fossem preconceitos e antigas verdades já caducas, mas ainda presentes.
Hoje, dar emprego para alguém com mais de 60 anos é confundido com ato de bondade. Em breve, não contar com grisalhos nas equipes será burrice.
Na verdade, já é.

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