Em Vitória do Mearim

Acusado de estuprar e matar ex-companheira no MA é condenado a mais de 16 anos de reclusão

Vítima, identificada como Franciane Silva Andrade, de 22 anos, foi morta estrangulada por Anilton Sodré; crime aconteceu na zona rural de Vitória do Mearim, no ano passado.

Imirante.com, com informações do MP-MA

- Atualizada em 27/03/2022 às 11h02
Sentença foi proferida nessa quinta-feira (29), pelo Tribunal do Júri da Comarca de Vitória do Mearim, município distante 180 km de São Luís.
Sentença foi proferida nessa quinta-feira (29), pelo Tribunal do Júri da Comarca de Vitória do Mearim, município distante 180 km de São Luís. (Foto: Divulgação)

VITÓRIA DO MEARIM – Foi condenado a 16 anos de seis meses de reclusão, Anilton Sodré, acusado de ter assassinado a ex-companheira, identificada como Franciane Silva Andrade. A sentença foi proferida nessa quinta-feira (29), pelo Tribunal do Júri da Comarca de Vitória do Mearim, município distante 180 km de São Luís.

De acordo com os autos do processo, a vítima, de 22 anos, foi estuprada e morta por estrangulamento na residência onde morava, no povoado Alto do São Francisco, em Vitória do Mearim. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), o feminicídio foi praticado entre os dias 31 de maio e 1º de junho de 2020. O julgamento foi presidido pela juíza Urbanete de Angiolis Silva. Atuou no júri a promotora de justiça Karina Freitas Chaves.

Ainda segundo o MP-MA, o conselho de sentença reconheceu que o crime foi pautado em questão do gênero, pois foi praticado com bastante violência contra uma mulher, em relação de poder e submissão, caracterizando o feminicídio.

O crime

À época, o assassinato de Franciane Silva foi investigado pela equipe da Polícia Civil de Vitória do Mearim. O delegado João Firmo declarou que o corpo da vítima foi encontrado por populares e havia sinais de esganadura. A polícia foi acionada e ficou sabendo que a vítima tinha conhecido Anilton Sodré por meio de rede social e teve uma relação amorosa com ele, mas eles estavam separados há alguns meses.

A polícia, com base nos depoimentos da família e amigos como ainda de provas materiais, acabou solicitando o mandado de prisão em desfavor de Anilton Sodré ao Poder Judiciário. “O acusado, antes de fugir, chegou a confessar a autoria do crime”, frisou o delegado.

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