SÃO LUÍS - Rodoviários da empresa 1001 paralisaram novamente as atividades, e os ônibus não circulam no início deste sábado (24) devido à falta de pagamento. A paralisação afeta moradores de diversos bairros.
Ônibus recolhidos na noite dessa sexta (23)
Ainda na noite de sexta-feira (23), os rodoviários começaram a recolher os ônibus da empresa mais cedo, impactando, principalmente, os passageiros que dependem do serviço para voltar para casa.
Pagamentos e benefícios atrasados
Os trabalhadores cobram o pagamento do décimo terceiro salário, do tíquete-alimentação referente ao mês de dezembro e do adiantamento salarial de janeiro, que deveria ter sido depositado no último dia 20.
Até o momento, não há previsão para a normalização do serviço na 1001 nem posicionamento oficial da empresa sobre os pagamentos pendentes.
O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Marcelo Brito, informou que está em reunião nesta manhã de sábado.
Veja os bairros afetados pela greve da 1001
1. Ribeira
2. Viola Kiola
3. Vila Itamar
4. Tibiri
5. Cohatrac
6. Parque Jair
7. Parque Vitória
8. Alto do Turu
9. Vila Lobão
10. Vila Isabel Cafeteira
11. Vila Esperança
12. Pedra Caída
13. Recanto Verde
14. Forquilha
15. Ipem Turu
Impasse sobre proposta de Convenção Coletiva de Trabalho para 2026
Ainda no mês de novembro de 2025, o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão encaminhou para o sindicato das empresas (SET), a proposta de Convenção Coletiva de Trabalho para o ano de 2026. Desde o começo deste ano, reuniões entre as duas entidades estão acontecendo, mas até o momento, nenhuma contraproposta, que atenda as reivindicações dos trabalhadores, foi apresentada.
O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, Marcelo Brito, disse que tem comparecido em todos os encontros marcados pelos representantes do SET, mas até agora, nenhum avanço nas discussões aconteceu. A única proposta feita pela patronal, diz respeito a uma Convenção específica para os trabalhadores do sistema urbano e outra para os Rodoviários que atuam no semiurbano, o que de pronto, não foi aceita pelo STTREMA.
Ainda segundo Marcelo Brito, o prazo para as negociações da nova Convenção Coletiva de Trabalho, está se encerrando e caso, até lá, nenhum acordo tiver sido proposto, os trabalhadores entendem que a única alternativa, é a paralisação de todo o sistema de transporte público na Grande São Luís.
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