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Felipe Camarão assume na sexta governo do Maranhão

Oficialo secretário de Educação se torna governador na sexta-feira, 24, no entanto, a partir desta quata-feira, 22, já comandará a agenda do Palácio dos Leões já que o governador Carlos Brandão (PSB) já viajou para Brasília.

Ipolítica

- Atualizada em 02/05/2023 às 23h58
Felipe Camarão deixa automaticamente a Seduc para ocupar o comando do Palácio dos Leões assim que Carlos Brandão deixar o Brasil para missão internacional
Felipe Camarão deixa automaticamente a Seduc para ocupar o comando do Palácio dos Leões assim que Carlos Brandão deixar o Brasil para missão internacional (Paulo Soares / Grupo Mirante)

SÃO LUÍS - O secretário de Educação e vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), assume oficialmente o governo do estado nesta sexta-feira, 24. Mas antes disto, Camarão já assumiu de fato as agendas do Palácio dos Leões já que o governador Carlos Brandão (PSB) já foi para Brasília para participar da comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que vai para missão na China e nos Emirados Árabes.

Felipe assume o comando do Maranhão com dois momentos difícieis. O primeiro ele já vem enfrentado que é a paralisação dos professores da rede estadual de ensino. Com cerca de três semanas de greve, Camarão já apresentou três propostas de reajuste para a categoria e todas negadas. 

E mesmo com decisões judiciais considerando a greve ilegal, recursos do sindicato dos professores bloqueados e parecer do Ministério Público, Felipe Camarão ainda não conseguiu terminar com a paralisação.

O outro problema que o vice-governador enfrentar enquanto tiver interinamente no cargo é enchentes em vários municípios do interiro maranhense. São mais de 30 cidades em estado de emergência e estradas destruídas que complicam o fluxo do ir e vir das pessoas.

Para esta questão em si, Felipe Camarão - segundo disse à coluna - recebeu a recomendação de Brandão  para que todos os esforços do Estado sejam colocados na resolução de problemas causados pelas enchentes.

A agenda do vice-governador já estar atrelada aos compromissos do Palácio dos Leões a partir da manhã desta quarta-feira, 22. Na quinta, 23, ele mantém as agendas no interior do estado.

Esperneou

Havia um acordo feito antes da eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa que previa mudança no regimento interno da Casa.

Esta mudança foi, naquele momento, a saída para colocar fim ao impasse quanto o cargo de primeiro vice-presidente da Casa. Na época, a disputa estava entre a deputada Ana do Gás e o deputado Rodrigo Lago (ambos do PCdoB).

E a veio a mudança no regimento interno tirando de Lago o direito de ser presidente da Assembleia em caso de morte de Iracema Vale (PSB) ou caso ela assuma outro cargo.

Pra inglês vê

É vista como ficção a indicação do prefeito Eduardo Braide (PSD) do novo líder do governo na Câmara Municipal de São Luís.

Braide escolheu o vereador do PL, Daniel Oliveira, para a espinhosa missão. Ele éum dos parlamentares mais tímidos da Câmara.

Já a missão de ser o interlocotur do Poder Executivo com os vereadores é complicada principalmente porque a relação está desgastada demais.

Não foi fácil

Ser líder do governo Eduardo Braide não foi fácil para políticos mais experientes como Macial Lima (PODE) e Raimundo Penha (PDT).

Os dois, conhecidos pelos diálogo fácil e o trânsito no meio político, se cansaram da indiferença do prefeito e de seus auxiliares e deixaram a missão.

Antes de Daniel Oliveira, que está no primeiro mandato, foi convidado o experiente Pavão Filho (PDT) que recusou de pronto. Nem pediu tempo para avaliar. Disse um sonoro “não” a Braide.

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