Resposta

Dino diz que investigação de propaganda antecipada é "denúncia infudada"

Por meio de assessoria, ex-governador diz que distribuição de materiais era "política de estado".

Gilberto Léda/ipolítica

Flávio Dino nega cometimento de crime eleitoral
Flávio Dino nega cometimento de crime eleitoral (Flávio Dino)

SÃO LUÍS - O ex-governador Flávio Dino (PSB) negou nesta terça-feira (3), por meio de nota emitida por sua assessoria de imprensa, que tenha cometido crime eleitoral ao participar de ato com distribuição de “cestas básicas, kits de irrigação, bolas e camisas de futebol, instrumentos musicais, aparelhos de ginástica, barracas de feira, capacetes de motos, entre outros itens”.

O evento ocorreu em fevereiro, em Zé Doca, quando o socialista ainda era governador do Maranhão, e está sendo investigado em procedimento preparatório eleitoral na Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE-MA).

Segundo a assessoria do ex-governador, a notícia de fato que deu origem ao procedimento “se trata de denuncia infundada formulada por adversário político”".

“Todos os itens citados são políticas de estado juridicamente reguladas e amplamente conhecidas, algumas inclusive implantadas em razão da pandemia, como a distribuição de cestas básicas, iniciada em 2020", alega a nota do socialista.

Completa o comunicado: “As demais políticas citadas foram implantadas ainda na primeira gestão do governador Flávio Dino (2015-2018), portanto bem distante da pré-candidatura ao Senado. A distribuição é feita por prefeituras ou por intermédio de entidades sem fins lucrativos, sem nenhum direcionamento eleitoral. A legislação está sendo rigorosamente cumprida, conforme será demonstrado ao Ministério Público".

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