SÃO LUÍS- Pesquisa revela que o público feminino é maioria nos concursos. De acordo com o estudo realizado no Brasil, 54% é formado por mulheres e 46% por homens. No total, 747 concurseiros responderam aos questionários aplicados pela empresa Rota dos Concursos, que teve como objetivo inicial conhecer os clientes. Segundo o presidente da organização, Henrique Guimarães, o setor do Judiciário está entre os mais procurados. “Maior parte tiveram interesse pelo judiciário”, ressalta.
Hélio Guilherme, coordenador da pesquisa, relata que as mulheres se preocupam mais com a estabilidade no emprego e com a segurança financeira. "Isso fica muito mais aparente quando elas decidem ser mães. Dão prioridade à família, escolhendo um emprego de meio-período", afirma Hélio.
Outro motivo desse aumento também se deve aos problemas enfrentados na iniciativa privada, que vão desde a necessidade de horas extras, a grande competitividade no mercado, as políticas internas da empresa até a diferença salarial entre homens e mulheres.
O levantamento da pesquisa também revela que grande parte das pessoas que estuda para concurso público já faz estágio ou trabalha para órgãos do governo, 17% está desempregada. Já 16% faz estágio ou trabalha em empresa privada, 15% se trata de profissionais liberais ou autônomos. Estudantes e bolsistas constituem 10%, entre eles a concursseira Dacilene Ramos. Graduada em Tecnologia de Alimentos, ela iniciou os estudos para concurso há um mês e tem como foco a área da Saúde.
Parte de uma turma onde a maioria dos assentos é ocupada por mulheres, Dacilene conta que busca a aprovação em concurso, principalmente, para ter estabilidade. “Quando você é concursado, não é demitido”, afirma.
A pesquisa mostra que 36% das pessoas estuda há um ano para entrar na vida pública, de nove meses a um ano: 11%, entre 6 e 8 meses: 10%, e de um mês a cinco: 19%.
Entre as áreas mais procuradas, de acordo como estudo, estão: Judiciário (47%), Executivo (27%), Legislativo (22%), Carreira Policial - Civil/Militar/Federal (21%), Carreira Fiscal (18%), Bancos (17%). Outros (23%).
Henrique Guimarães acrescenta que a diferença de salários pagos a homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo desapareceu. “Essa diferença salarial não existe”, pontua.
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