BRASÍLIA – Dez dias depois de um estupro coletivo que levou à morte uma jovem de 17 anos, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, pediu “unidade de ação” contra o “flagelo” da violência sexual no país. Segundo ele, a crueldade contra as mulheres na África do Sul é inaceitável.
"A violação [sexual] coletiva e a morte brutal de Anene Booysen [de 17 anos] e de outras mulheres nos últimos tempos colocaram em evidência a necessidade de uma unidade de ação para erradicar esse flagelo", disse Zuma, em discurso no parlamento sul-africano.
Anene Booysen, de 17 anos, foi encontrada morta com sinais de agressão sexual em um estaleiro em Bredasdorp, no Sudeste da África do Sul, em fevereiro.
Em dezembro, o mundo se voltou para a Índia contra a violência sexual. Uma estudante universitária foi violentamente agredida por um grupo de
seis homens dentro de um ônibus, depois atirada para fora com o veículo em movimento e acabou morta. O episódio obrigou as autoridades
indianas a adotarem novas medidas de segurança no país.
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