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TCU envia ao TSE lista de gestores com contas rejeitadas

Relação enviada pelo TCU será usada pela Justiça Eleitoral para analisar se candidatos com contas rejeitadas podem disputar as eleições

Ipolítica, com informações da Agência Brasil

- Atualizada em 05/08/2026 às 09h14
TCU entrega ao TSE lista com 6,1 mil gestores que tiveram contas julgadas irregulares e podem ter candidaturas analisadas pela Justiça Eleitoral.
TCU entrega ao TSE lista com 6,1 mil gestores que tiveram contas julgadas irregulares e podem ter candidaturas analisadas pela Justiça Eleitoral. (Divulgação )

BRASÍLIA – O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou nesta terça-feira (4) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a lista com os nomes de 6,1 mil pessoas que tiveram contas julgadas irregulares nos últimos oito anos. O documento será utilizado pela Justiça Eleitoral para analisar se candidatos incluídos na relação poderão disputar as eleições gerais de outubro.

A lista foi entregue pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, ao presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.

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Análise das candidaturas

Com os dados em mãos, juízes eleitorais de todo o país poderão verificar se candidatos que constam na relação se enquadram nas hipóteses de inelegibilidade previstas na legislação eleitoral.

O levantamento reúne agentes públicos que tiveram contas de gestão consideradas irregulares pelo TCU. A rejeição das contas é uma das situações que podem resultar em inelegibilidade, conforme as regras em vigor.

Quem está na lista

Segundo o Tribunal de Contas da União, a relação inclui 6,1 mil pessoas. Entre elas, estão 135 vereadores e 144 prefeitos de municípios de pequeno porte, além de outros gestores públicos.

As contas são consideradas irregulares quando o tribunal identifica situações como omissão na prestação de contas, prejuízo aos cofres públicos, desvio de recursos ou descumprimento reiterado de determinações do TCU.

Eleições de outubro

O primeiro turno das eleições gerais será realizado em 4 de outubro, quando os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Caso nenhum candidato à Presidência da República ou aos governos estaduais obtenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e nulos, haverá segundo turno em 25 de outubro.

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