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Bolsonaro tem piora na função renal e segue estável na UTI

Segundo boletim médico, Jair Bolsonaro está com broncopneumonia bacteriana e continua internado no Hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta.

Ipolítica, com informações do g1

O ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ex-presidente Jair Bolsonaro. (Ton Molina / STF)

BRASIL - O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora na função renal, mas permanece com quadro estável na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo boletim médico divulgado neste sábado (14).

Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana.

De acordo com a equipe médica, o ex-presidente também apresentou elevação de marcadores inflamatórios, mas continua consciente e não precisou ser entubado.

Tratamento inclui antibióticos e fisioterapia

Segundo o boletim médico, Bolsonaro segue em tratamento com:

  • antibióticos por via endovenosa;
  • hidratação intravenosa;
  • fisioterapia respiratória e motora;
  • medidas de prevenção de trombose venosa.

A equipe médica informou ainda que não há previsão de alta da UTI neste momento.

Bolsonaro foi internado após passar mal

Jair Bolsonaro foi internado após apresentar sintomas como febre, náuseas e calafrios enquanto estava detido na sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, em Brasília.

Ele foi levado ao hospital com suporte de oxigênio após apresentar baixa saturação.

O cardiologista Leandro Echenique, que acompanha o ex-presidente, afirmou que houve estabilização do quadro nas primeiras horas de tratamento.

Ele está consciente e conseguindo falar melhor. O desconforto respiratório foi amenizado, mas ainda está longe de ser um quadro totalmente controlado”, afirmou.

Ex-presidente cumpre pena em Brasília

Antes da internação, Bolsonaro estava preso na unidade militar desde janeiro, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Mesmo após a transferência para a unidade, a defesa do ex-presidente apresentou pedidos para que ele cumprisse a pena em prisão domiciliar, alegando fragilidade na saúde.

Os pedidos, porém, foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo avaliação de uma junta médica da Polícia Federal, apesar da necessidade de acompanhamento médico, Bolsonaro tem condições de permanecer na unidade prisional.

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