ABRINDO O VERBO

PSA alto nem sempre é câncer de próstata, explica urologista

Durante o Abrindo o Verbo, o médico Paulo Roberto destacou que infecções, inflamações e outros fatores podem alterar o exame do PSA.

Mirante News FM

Atualizada em 25/09/2026 às 18h36
Médico urologista, Paulo Roberto, durante entrevista ao Abrindo o Verbo.
Médico urologista, Paulo Roberto, durante entrevista ao Abrindo o Verbo. (Mirante News)

SÃO LUÍS – O PSA é um dos principais exames utilizados na avaliação da próstata, mas um resultado elevado não significa necessariamente que o paciente tenha câncer de próstata. O alerta foi feito pelo médico urologista Paulo Roberto, no programa Abrindo o Verbo, da Mirante News, nesta sexta-feira (25). Segundo o especialista, o exame deve ser interpretado de acordo com o histórico do paciente e acompanhamento de resultados anteriores.

O PSA (antígeno prostático específico) é uma proteína produzida pelas células da próstata e sua dosagem é feita por meio de exame de sangue.

“Uma inflamação na próstata, o PSA sobe mesmo. E aí, qual é a implicação disso? […] O paciente tem uma suspeita de infecção urinária. O que você tem que fazer é tratar a infecção e repetir o PSA para ver se aquele PSA realmente é real”, explicou Paulo Roberto. 

O médico também destacou que o PSA pode apresentar alterações temporárias e que um resultado elevado não deve levar diretamente à realização de uma biópsia, sendo necessário investigar primeiro as possíveis causas da alteração.

Durante a entrevista, Paulo Roberto também ressaltou a importância do acompanhamento preventivo. Segundo ele, a recomendação é que os homens conversem com um especialista sobre o rastreamento a partir dos 45 anos.

Confira a entrevista na íntegra.

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