IGARAPÉ GRANDE – A audiência de instrução e julgamento do prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Peixoto Moura Xavier, acusado de matar o policial militar Geidson Thiago da Silva dos Santos, foi remarcada para o dia 16 de junho de 2026. A sessão estava prevista para esta segunda-feira (2), na 2ª Vara da Comarca de Pedreiras, mas acabou sendo adiada por decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão.
O adiamento ocorreu após decisão do desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, que concedeu parcialmente liminar em habeas corpus apresentado pela defesa do prefeito. O pedido argumentava que a audiência não poderia ocorrer sem a conclusão do exame toxicológico da vítima, solicitado pela autoridade policial e considerado uma prova pericial relevante para o processo.
De acordo com informações do inquérito, o exame não foi concluído pelo Instituto Médico Legal de Timon devido a problemas técnicos em equipamentos e falta de insumos. Diante da ausência do laudo, a defesa solicitou a suspensão imediata da audiência até que o documento seja finalizado e anexado aos autos, garantindo prazo adequado para análise da prova.
Com a decisão, a audiência de instrução (etapa em que são ouvidas testemunhas e peritos no processo) só deverá ocorrer em junho, enquanto se aguarda a conclusão do laudo toxicológico que integra a investigação sobre o caso que teve grande repercussão no Maranhão.
Acompanhe na íntegra a discussão da bancada do Panorama.
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